Bloqueio de bens da Braskem pode ter valor aumentado
Procurador-geral diz que quantia inicial é de estudo preliminar
Após uma reunião com moradores dos bairros do Pinheiro, Mutange e Bebedouro, no Centro de Apoio Operacional as Promotorias, localizado no bairro da Farol, na tarde desta sexta-feira (12), o procurador-geral do Estado, Alfredo Gaspar de Mendonça, conversou com a imprensa e detalhou quais serão os próximos passos do órgão na ajuda aos moradores.
"Realizamos uma audiência pública há poucos dias onde marcamaos esse retorno que está acontecendo hoje", justificou o encontro. Ele lembrou da ação judicial movida pelo Ministério Público do Estado (MP-AL) e da Defensoria Pública que pediu o bloqueio de R$ 6,7 bilhões dos bens da Braskem.
"Agravamos da decisão e precisamos desse bloqueio do valor total. A população continua aflita e sem respostas, o comércio quebrou, as empresas paralisaram suas atividades, as crianças estão sem aula. Já as ações estão retardadas", completou.
O procurador reforçou as evidências sobre a influência da mineração no que está acontecendo. "O laudo que foi prometido deve ser entregue no dia 30 e todo o dinheiro deve começar a ser usado após essa divulgação em prol da população atingida". Alfredo Gaspar disse que o valor deve ser usado na remoção das das famílias, alguel ou idenizações morais e materiais.
Ele também confirmou que o valor do bloqueio deve aumentar. "Essa quantia que pedimos foi de um estudo preliminar, porque o dano coletivo é ainda maior".
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