Motorista de aplicativo é preso por tráfico durante operação Lei Seca
Prisão aconteceu no bairro do Tabuleiro do Martins, em Maceió
Um motorista de aplicativo foi preso suspeito de tráfico de drogas, durante uma operação Lei Seca, deflagrada entre a noite de quinta-feira (9) e madrugada desta sexta-feira (10), na rua São Paulo, na entrada do conjunto Clima Bom, no bairro do Tabuleiro do Martins, em Maceió. Na mesma ação, dois condutores foram autuados e retirados de circulação por situação de alcoolemia.
Ao todo, 361 veículos foram abordados e seus condutores revistados e 368 testes de alcoolemia realizados com duas recusas. Das abordagens, 34 motoristas foram autuados por diversas irregularidades de trânsito, outros cinco flagrados inabilitados e outros três tiveram suas habilitações recolhidas.
Ação educativa
Uma ação educativa foi realizada no auditório do Colégio Municipal Judith Paiva, no município de Rio Largo, na região metropolitana de Maceió, através de uma parceria com a Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) e Edutran com a finalidade de orientar os jovens da importância de respeitar a legislação de trânsito.

Veja também
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
