Acusados de integrar milícia devem ir a júri popular
Cláudio Gomes da Silva e Carlos André de Lima Silva fariam parte de um grupo que eliminava rivais e protegia estabelecimentos de Ipioca e região
A 7ª Vara Criminal de Maceió pronunciou os réus Cláudio Gomes da Silva e Carlos André de Lima Silva, acusados de envolvimento na morte de João Lucas Fonseca dos Santos, em abril de 2015, no bairro Ipioca, na capital. Com a decisão, a dupla será levada a júri popular. A data do julgamento ainda será definida.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, a vítima foi morta por disparos efetuados pelo réu Cláudio Gomes, a mando de Carlos André, que é policial militar e apontado como líder de uma milícia que atuava eliminando rivais e protegendo estabelecimentos comerciais da região.
Para o juiz Sóstenes Alex Costa de Andrade, titular da 7ª Vara Criminal, a materialidade do crime é inconteste e há indícios suficientes de autoria para que os réus sejam submetidos a júri popular. “Cabe ao Conselho de Sentença, verdadeiro julgador da causa, deliberar sobre as acusações”, afirmou o magistrado na sentença de pronúncia, proferida nessa quarta-feira (10).
Os réus serão julgados por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima).
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