Judiciário pretende regularizar imóveis dos templos de religiões de matriz africana ‘
‘Objetivo é observar a possibilidade de se aplicar o Posse legal ou Moradia Legal’, disse o juiz coordenador dos programas, Carlos Cavalcanti
O Tribunal de Justiça de Alagoas realizou nesta terça-feira (16) reunião inicial para desenvolver projeto de regularização fundiária dos imóveis onde funcionam os templos de religiões e matriz africana, em Maceió.
“O objetivo é verificar a situação jurídica desses templos para observar a possibilidade de se aplicar o Posse legal ou Moradia Legal, inclusive com a construção de um instrumento normativo específico para atender essas demandas”, explica o juiz Carlos Cavalcanti, coordenador dos dois programas.
Os religiosos agradeceram o apoio do Tribunal e do presidente do Judiciário, Tutmés Airan. “É um passo importante visto que nossos terreiros estão na periferia e a grande maioria não tem registro legal. Ter esse apoio do Tribunal é de grande importância”.
O juiz Carlos Cavalcanti ressaltou que infelizmente ainda há grande preconceito por parte da sociedade com relação as pessoas com essa orientação religiosa. “Essa ação do tribunal visa acolher e dar maior segurança jurídica a esses templos”, disse.
Veja também
Últimas notícias
Exportação de barbatana do tubarão-azul é proibida no Brasil
Governo zera tarifa de importação de 191 bens de capital e informática
STF derruba decisão de Mendonça que prorrogou da CPMI do INSS
Escolas tem até sexta-feira (27) para confirmar participação nos Jogos Estudantis de Alagoas
Paulo Dantas entrega sementes e pavimentação urbana em Dois Riachos
Cibele Moura critica retirada de food trucks da Pajuçara e cobra alternativa viável para trabalhadores
Vídeos e noticias mais lidas
Mistério em Arapiraca: saiba quem era o empresário morto a tiros em condomínio
Carlinhos Maia é condenado a pagar R$ 200 mil por piada sobre má-formação óssea
Cunhado de vereador é encontrado morto a tiros dentro de condomínio em Arapiraca
Subcomandante de unidade da PM de AL é denunciado por agredir a esposa, também policial militar
