?População pode responder pesquisa de satisfação do Judiciário até esta quarta (31)
Destinada aos jurisdicionados, estudantes, advogados, promotores e defensores públicos de Alagoas, sondagem pode ser respondida online
A pesquisa de satisfação sobre os atendimentos e serviços prestados pelo Judiciário alagoano se encerra nesta quarta-feira (31). O objetivo é averiguar quais áreas precisam de melhorias.
Acesse aqui o questionário online
Conduzida pela Assessoria de Planejamento e Modernização do Poder Judiciário de Alagoas (APMP), a pesquisa é destinada às pessoas atendidas pela Justiça, estudantes, advogados, promotores e defensores públicos.
No formulário disponibilizado no site do Tribunal de Justiça de Alagoas, podem ser respondidas perguntas sobre o grau de produtividade e eficiência do Tribunal, a contribuição do Judiciário para com a responsabilidade social, o conteúdo da página de notícias do TJ, entre outras.
Já nos formulários disponibilizados nas unidades judiciárias, há perguntas acerca das instalações, acesso físico, prazos, tempo de espera, cordialidade e limpeza, entre outras questões. As respostas serão avaliadas pelo Comitê de Gestão Estratégica do Tribunal de Justiça.
Veja também
Últimas notícias
Pesquisa Quaest aponta desgaste de Lula e cenário indefinido para 2026
Caio Bebeto alerta para risco de desabamento e insegurança em imóvel abandonado em Ipioca
Pela quarta vez, Deputado Fabio Costa assume vaga titular na Comissão de Segurança da Câmara
Novo tomógrafo do Hospital de Emergência do Agreste agiliza diagnóstico de traumas e AVC
Atalaia transforma a Busca Ativa Escolar em protocolo de proteção e cuidado com crianças e adolescentes
PF apreende 152 frascos de tizerpartida proibida pela Anvisa e prende suspeito por contrabando
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
