Marx Beltrão analisa PIB de 0,1% e cobra retomada do desenvolvimento econômico do Brasil
O parlamentar ainda ressaltou que “a equipe econômica e o governo Bolsonaro estão trabalhando
O Monitor do PIB apontou crescimento de 0,1% no terceiro trimestre deste ano, na comparação dessazonalizada com o segundo trimestre e avanço de 0,9% sobre igual período de 2018. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (21) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).
Entrevistado para o 7 Segundos, o deputado federal Marx Beltrão disse que “o crescimento de 0,1% no semestre é um dado positivo, mas ainda é muito acanhado diante da necessidade brasileira. O país precisa sair deste ciclo de pré-recessão e retomar seu desenvolvimento. A população precisa retomar também seu poder de compra e, para isso, precisamos de mais empregos e juros mais baixos” disse o parlamentar.
O parlamentar ainda ressaltou que “a equipe econômica e o governo Bolsonaro estão trabalhando, inclusive propondo várias reformas importantes para o país. Mas a desenvolvimento econômico precisa ser mais acelerado, porque as famílias sentem o peso deste cenário praticamente estagnado na economia. O Brasil precisa avançar neste sentido”, afirmou o coordenador da bancada alagoana em Brasília.
Em setembro, o indicador do PIB avançou 0,3% sobre agosto, também na série com ajuste sazonal, e 2,1% sobre setembro do ano passado. De acordo com a FGV, o levantamento referente ao terceiro trimestre não considera a revisão do Sistema de Contas Nacionais (SCN) de 2017, divulgada em novembro.
“O crescimento da economia no terceiro trimestre, pelo lado da oferta, é resultado do bom desempenho registrado na agropecuária, indústria (exceto transformação) e serviços (exceto transportes e intermediação financeira). Pelo lado da demanda destaca-se a formação bruta de capital fixo com todos seus componentes positivos inclusive a construção. Enquanto a indústria de transformação estagnou no terceiro trimestre, a exportação apresentou a terceira queda consecutiva. O desempenho da exportação é explicado, de forma geral, pela desaceleração da economia mundial e, de maneira específica pela retração da economia argentina, importante parceira comercial do Brasil” afirma em nota Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV.
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