Acusado de homicídios e associação criminosa é preso é em Rio Largo
Ação da Deic e da Polícia Penal deteve homem foragido da Justiça
Uma ação conjunta da Divisão Especial de Investigação e Capturas (GRE/Deic), da Delegacia de Homicídios de Rio Largo e da polícia penal prenderam nesta quinta-feira (20), na cidade de Rio Largo, um homem foragido da Justiça, e que responde por diversos crimes – homicídios, associação criminosa e porte de armas e receptação. A operação foi comandada pelos delegados Fábio Costa e Lucimério Campos.
De acordo com as investigações, o suspeito não estaria cumprindo regras das medidas cautelares impostas pelo judiciário e, por isso, teve sua prisão decretada pelo juízo da vara de execuções penais.
Além de se constatar o contato do preso com criminosos do município de Rio Largo, também há a suspeita de que ele tenha prestado auxílio pessoal ao foragido da justiça Elielson Firmino, o “Écio da Biquinha”.
A ação conjunta foi a primeira após a promulgação da Emenda Constitucional 104 que criou a Polícia Penal, em dezembro de 2019.
A nova polícia será composta pela transformação dos cargos dos atuais agentes penitenciários e equivalentes. De acordo com a Emenda, a Polícia Penal será vinculada ao órgão administrador do sistema penal da unidade federativa a que pertencer.
A Emenda equipara os membros das demais polícias, mas com atribuições específicas, que serão reguladas em lei.
O policial penal tem mais uma garantia para realizar com eficiência suas atribuições e coibir a interligação das informações dos criminosos intra e extramuros.
Os servidores prisionais se encarregam de várias ações, muitas vezes de caráter coercitivo, como o levantamento de dados, a realização de revistas no interior das dependências prisionais (celas, pátio de sol, pátio de visita), realização de revista pessoal, escoltas, monitoramento dos visitantes, recaptura de presos, intervenções em motins e rebeliões, guarda do perímetro e muralhas prisionais, ou quaisquer outras atividades que auxiliem as demais forças na prevenção e combate ao crime e, consequentemente, às organizações criminosas.
Os policiais penais também atuam nas áreas de tratamento e ressocialização onde garantem a segurança de todos os envolvidos, como nas assistências à saúde, à educação, atendimentos jurídicos e religiosos, bem como na entrega das assistências materiais, conforme é previsto na Lei de Execução Penal (LEP).
Para o delegado Fabio Costa, a criação da polícia penal representa o fortalecimento do aparato de segurança pública, trazendo amparo legal e tornando mais eficiente o trabalho dos policiais penais.
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