Gigante do call center é alvo de protestos em Maceió
O protesto está ocorrendo em outras unidades da empresa pelo Brasil
Funcionários da empresa da Almaviva do Brasil, um dos principais call centers do país, com 37 mil empregados, cruzaram os braços e paralisaram suas atividades por receios em relação ao novo coronavírus na tarde desta sexta-feira (20) em Maceió.
O protesto está ocorrendo em outras unidades da empresa pelo Brasil, como em São Paulo. Na capital alagoana, o grupo afirma que não tem álcool em gel e que a Almaviva informa que o material está em falta.
Em nota, a Almaviva afirmou que "não está medindo esforços para garantir a segurança de seus colaboradores nesse momento de pandemia relacionado ao Covid-19 (coronavírus)”.
"Por isso, formou um comitê permanente para desenvolver ações a fim de proteger os colaboradores e seus familiares. Nesse sentido, um plano de ação, alinhado às iniciativas da Associação Brasileira de Telesserviços (ABT), já foi implementado. São procedimentos como a intensificação da higienização dos espaços e postos de trabalho individuais, incluindo a distribuição de álcool gel em ambientes de uso comum", diz a nota.
A empresa diz que ainda não tem perspectiva para quando as pessoas poderão trabalhar de casa. "Um estudo de viabilidade tecnológica para trabalho home office está em andamento".
No decreto estadual informado pelo governador Renan Filho, estabelece que os serviços de telecomunicações funcionem normalmente, durante os dez dias de reclusão.
Últimas notícias
Bolsonaro volta à prisão na PF após receber alta hospitalar
Primeira-dama e prefeito JHC divulgam programação do Verão Massayó 2026
Turistas e ambulantes bloqueiam trânsito na orla da Ponta Verde e DMTT pede apoio da polícia
Jangada com fogos vira no mar e provoca pânico durante Réveillon em Maragogi
Primeiro bebê de 2026 em Alagoas nasce no Hospital da Mulher, em Maceió
Gusttavo Lima faz pocket show surpresa em resort na Barra de São Miguel e encanta hóspedes
Vídeos e noticias mais lidas
Policial Militar é preso após invadir motel e executar enfermeiro em Arapiraca
Alagoas registrou aumento no número de homicídios, aponta Governo Federal
Saiba o que a esposa do PM suspeito de matar enfermeiro disse em depoimento à polícia
Estado de Alagoas deve pagar R$ 8,6 milhões a motoristas de transporte escolar
