Governo distribui cestas básicas para motoristas e cobradores complementares
Gestão pública tem trabalhado para minimizar as dificuldades enfrentadas por esses trabalhadores em tempos de covid-19
O Governo de Alagoas e a Arsal [Agência Reguladora dos Serviços Públicos] iniciaram, na quinta-feira (23), a distribuição de cestas básicas para os trabalhadores que compõe o Sistema de Transporte Rodoviário Intermunicipal de Passageiros na categoria complementar. A previsão é de que 2.500 famílias sejam beneficiadas, neste momento, com a ação social. A classe está sem trabalhar desde o dia 21 de março, cumprindo a determinação que proíbe a circulação do transporte público entre os municípios, com o intuito de salvar vidas diante desta pandemia.
Ronaldo Medeiros, diretor-presidente da Arsal, foi pessoalmente à Arapiraca na manhã de quinta-feira, 23, junto com Maercio Ferreira, presidente do Sintracomp/AL [Sindicato Dos Transportadores Complementares de Passageiros de Alagoas], para garantir a distribuição dos alimentos às associações do Agreste.
A logística da entrega foi definida pelo sindicato e será realizada para os trabalhadores residentes em todas as regiões do Estado gradualmente, mas com agilidade. Todas as associações estão sendo convocadas para contribuírem com o trabalho e, posteriormente, prestarem conta com a Seads [Secretaria de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social].
“Estas cestas representam muito para a categoria. Conseguiremos beneficiar mais de 2.500 pessoas, que representam famílias desses profissionais. É uma ação muito boa do Governo do Estado em parceria com a Arsal. Esses trabalhadores estão parados há mais de 30 dias, sem receita, e estamos fazendo isto em atendimento ao decreto e por entender que o isolamento social é a melhor medida para controlar a propagação do covid-19”, disse Maercio Ferreira, que concluiu agradecendo ao governador Renan Filho pela ação.
O presidente da Arsal diz que esta ação é um dever do governo com esses trabalhadores. “Temos semanalmente nos reunido com a categoria para traçar estratégias que possam a vir beneficiá-los neste momento tão difícil. Iniciamos com o básico: a comida. Mas estamos lutando por mais garantias”, pontuou Ronaldo Medeiros.
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