Fecomercio AL emite nota sobre prorrogação de decreto estadual
A expectativa da entidade era de que fosse iniciada a implantação do protocolo de reabertura das empresas
Nesta terça-feira (23) a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio AL) emitiu nota sobre a prorrogação do decreto estadual sobre as medidas de isolamento social.
De acordo com a entidade, o setor produtivo alagoano vem acumulando perdas que já gerou o fechamento de 1.600 postos de trabalho e outros 2 mil em Serviços.
A expectativa da entidade era de que fosse iniciada a implantação do protocolo de reabertura das empresas, ainda que de forma gradativa.
O Estado prorrogou por mais oito dias as medidas de isolamento social para todo o território alagoano.
Confira a nota completa:
O setor produtivo alagoano vem acumulando perdas significativas ao longo da pandemia do coronavírus. Somente em abril, mais de 1.600 postos de trabalho foram fechados no Comércio e outros 2 mil em Serviços. São mais de 90 dias de portas fechadas e contas a pagar. Diante deste cenário e após ter participado ativamente do grupo de trabalho criado pelos governos estadual e municipal, no qual apresentou propostas para elaboração do protocolo de retomada da atividade econômica, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio AL) vê com preocupação a nova prorrogação do isolamento social, anunciada ontem (22) pelo Governo do Estado.
A expectativa da entidade era de que fosse iniciada a implantação do protocolo de reabertura das empresas, ainda que de forma gradativa, trazendo um pouco de fôlego a setores tão importantes para o desenvolvimento de Alagoas.
A Fecomércio reconhece o momento difícil pelo qual passa a sociedade e a importância de somar forças no combate à pandemia. Por isso reafirma a necessidade de conjugar os esforços para que os interesses sociais sejam preservados com a reabertura do comércio. Vale dizer que a função social das empresas é uma garantia de diversos direitos básicos da população, em especial a dignidade da pessoa humana. Atrasar essa reabertura significa agravar, ainda mais, a situação das empresas, que continuam a honrar com seus compromissos financeiros. A entidade ressalta que cada empresa em atividade cumpre um papel social, pois gera emprego e arrecadação aos cofres públicos, subsidiando ações nas mais diversas áreas, a exemplo da saúde e educação. Eis a relevância e a urgência no retorno das atividades produtivas, o que criará oportunidade para todos.
José Gilton Pereira Lima
Presidente
Veja também
Últimas notícias
Operação Cerco Fechado cumpre mandados de prisão em três municípios do Sertão de AL
Período de matrícula de alunos veteranos da Ufal inicia no dia 2 de fevereiro
Alagoas é refúgio dos únicos filhotes da choquinha-de-alagoas
Copeve divulga calendário de convocação para aprovados no Sisu Ufal 2026
Prazo para empresas e MEIs retornarem ao Simples Nacional termina na sexta (30)
Polícia Civil cumpre mandado de prisão contra condenado por homicídio em Craíbas
Vídeos e noticias mais lidas
Corpo encontrado no Bosque das Arapiracas apresentava sinais de violência
Cobranças abusivas de ambulantes em praias de AL geram denúncias e revolta da população
Após bebedeira, dois homens se desentendem e trocam tiros em Traipu
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
