No Dia do Orgasmo, sexóloga explica porque o tema ainda é tabu
Psicologa explica que temática deve ser tratada com naturalidade

Uma sensação de prazer capaz de melhorar a qualidade do sono, de reduzir os níveis de estresse e até de fortalecer o sistema imunológico: não é à toa que o orgasmo tenha uma data dedica a ele, 31 de julho.
O tema ainda é considerado “tabu” nas rodas de amizade e nas famílias, principalmente quando se fala do orgasmo feminino. A sexóloga Cássia Raqueline conversou com 7Segundos, colocando o assunto em debate.
“Para muitas mulheres dialogar ou questionar sobre o tema ainda é motivo de vergonha ou timidez. As razões que contribuem para tanto constrangimento é uma soma de falta de informação, autoconhecimento, e padrões que foram determinados pela sociedade”, iniciou.
A psicóloga explica que a temática deveria ser tratada com naturalidade, já que somos seres com habilidades biológica de sentir prazer. “Faz parte de nós. Lembrando que ainda convivemos em uma sociedade muito machista, criadas dentro dessa época de culturas, onde fomos ‘treinadas’ e ‘ensinadas’ a não se conhecer, portanto, a gente não sabe onde fica no nosso ponto G, o que nos excita, e normalmente largamos na mão do parceiro. Mas eles não conhecem o corpo feminino, o sexo feminino, porque é de fato complexo”.
Ela alerta que as mulheres devem se conhecer, compreendendo a masturbação como aliada do autoconhecimento. “Se não sabemos, se não nos conhecemos, não é o parceiro que vai. Isso para as mulheres é um tabu porque não é vivenciado”.
Já para os homens, o orgasmo é coisa sutil e fútil ao mesmo tempo, explica Cássia. “Porque os homens se masturbam com facilidade e sempre, até por incentivo do pai, pensam que a finalização do orgasmo é a masturbação e a ejaculação, o que nem sempre é”.
“O sexo pelo sexo, ou pela penetração por si só não vai trazer o orgasmo, se imaginam assim estão totalmente enganados. Não existe para mulher o orgasmo a custa apenas da penetração, ele sempre vai ser clitoridiano, a penetração estimula. Os orgasmos acontecem com ou sem penetração. São várias possibilidades. Ele pode chegar apenas com o toque das mãos no corpo, com um beijo mais intenso, podemos sentir orgasmos até por trás da orelha, por exemplo”, disse.
A sexóloga falou do papel de produtos eróticos. “Esses produtos ajudam, apimentam, inovam, acrescentam e trazem muitas sensações que podem trazer novos caminhos para chegar ao ápice do prazer”.
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