Sindicato fala sobre alta de preços e reaproveitamento de material escolar em AL
Aumento em Maceió pode chegar a 33% em relação ao ano passado
Com o retorno às aulas presenciais, o início do ano letivo de 2021 vai ser diferente dos outros anos. Além disso, os preços de material escolar subiram em todo país, de acordo com a Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (ABFIAE).
Para se ter uma ideia, uma análise realizada pela Agência Tatu, utilizando os dados disponibilizados pelo Procon de Alagoas, mostrou que o aumento em relação ao ano passado pode chegar a 33% em Maceió.
O 7Segundos conversou sobre o assunto com a presidente Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino de Alagoas (Sinepe/AL), Bárbara Heliodora.
Ela falou sobre a possibilidade de reaproveitamento do material enviado pelos pais aos estabelecimentos no ano passado, considerando que as escolas passaram a maior parte do ano fechadas e com ensino remoto.
“De maneira geral as escolas fizeram uso do material escolar de 2020 de acordo com a metodologia aplicada ao desenvolvimento do ensino aprendizagem. As escolas enviaram para seus alunos atividades físicas na quais os materiais escolares eram usados. O que não foi usado, foi devolvido ao final do ano letivo aos pais. Evidentemente, o que sobrou e não foi devolvido cabe a escola aproveitar para 2021, para complementar, caso o aluno permaneça na instituição”, disse.
Questionada sobre como a alta dos preços pode afetar as escolas que já vêm sofrendo com os impactos da pandemia, Bárbara Heliodora disse que essa é uma realidade que afeta todos os setores.
“As escolas têm seus projetos pedagógicos e para executá-los necessitam de materiais escolares. Por essa razão, apesar da alta dos preços, é imprescindível se cobrar aos pais a lista básica dos materiais”.
Ainda sobre o material escolar, o 7Segundos perguntou como seria feita essa divisão e distribuição no momento das atividades no cotidiano das escolas, levando em conta as medidas de prevenção ao novo coronavírus.
“Essa resposta é específica de cada escola porque faz parte das rotinas diárias da instituição. Quanto aos protocolos, esses devem ser implantados de forma a atender a segurança sanitária do ambiente escolar. Principalmente, quanto ao manuseio dos materiais escolares”.
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