Coleta seletiva no Judiciário segue suspensa nos meses de abril e maio
Medida busca evitar a propagação do coronavírus e segue recomendação do Departamento de Saúde e Qualidade de Vida do TJAL
As atividades de coleta seletiva no Judiciário de Alagoas continuarão suspensas nos meses de abril e maio para evitar risco de propagação do coronavírus. O assunto foi discutido pela Comissão Ambiental do Tribunal de Justiça, em reunião na última sexta (9).
A medida segue recomendação do Departamento de Saúde e Qualidade de Vida do TJAL. A suspensão será revista no mês de junho.
A coleta seletiva vinha funcionando na sede do TJAL, no Fórum da Capital, na Escola da Magistratura (Esmal) e na Corregedoria (CGJ/AL). Em 2019 e 2020, o Judiciário de Alagoas encaminhou mais de 55 toneladas de lixo para reciclagem.
O material foi entregue à Cooperativa de Recicladores de Lixo Urbano de Maceió (Cooplum), que funciona no bairro Jacarecica e atende 25 famílias.
Plano de Logística Sustentável
Na reunião da última sexta (9), a Comissão Ambiental do TJAL também validou o relatório do ano de 2020 do Plano de Logística Sustentável, documento que sistematiza as práticas de sustentabilidade no âmbito do Judiciário estadual.
Segundo o coordenador do Núcleo Socioambiental, Alexandre Caiado, os resultados de 2020 foram positivos. "Devido ao teletrabalho, a maioria das metas de redução de consumo foi alcançada. A pandemia alterou as rotinas dos servidores, levando-os a uma maior e melhor utilização das novas tecnologias de comunicação e de envio e validação de documentos, evitando queda na produtividade e gerando menor gasto com resmas de papel e impressões", disse.
O coordenador ressaltou que, por conta da pandemia, muitas ações previstas que trariam avanços para a área socioambiental tiveram que ser suspensas, como as feiras agroecológicas semanais e a implantação de energia fotovoltaica em unidades judiciárias. A expectativa é retomar os projetos assim que possível.
O relatório do Plano de Logística Sustentável foi elaborado pelo Núcleo Socioambiental da Assessoria de Planejamento e Modernização do Judiciário (APMP) e pelos gestores dos indicadores de diversas áreas administrativas, que são responsáveis pelo controle do consumo e pela realização de ações socioambientais.
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