Conselhos Federal e Regional de Medicina em AL ainda divergem sobre tratamento precoce da covid-19
A entidade federal adotou um posicionamento diferente do publicado em abril do ano passado
Durante audiência pública da Comissão Temporária da Covid-19 do Senado na manhã de hoje (19), membros do Conselho Federal de Medicina (CFM) esclareceram que a entidade não recomenda e não aprova tratamento precoce e não aprova também nenhum tratamento do tipo protocolos populacionais.
A entidade federal adotou um posicionamento diferente do publicado em abril do ano passado e que continua sendo mantido pelo Conselho Regional de Medicina em Alagoas. “O entendimento do nosso regional é que o médico tem a autonomia para definir o melhor tratamento junto ao seu paciente”, nos informaram.
O vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Donizette Giamberardino Filho, esclareceu que a entidade pode mudar o parecer em uma decisão de plenária. “O que eu repito é que a autonomia é limitada ao benefício. Quem ousa passar disso, responde por isso”, garantiu.
Em maio, a Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou a interrupção do uso da cloroquina e hidroxicloroquina em testes para tratamento contra a Covid-19. O motivo era um estudo publicado pela revista científica Lancet que envolveu mais de 96 mil pessoas e mostrou que não só não há benefícios no uso desses medicamentos contra o vírus SARS-CoV-2, como há um risco aumentado de morte para os pacientes.
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