Renan diz que não houve impasse e explica que não há vacinas suficientes no Brasil
Prefeitura de Maceió e Governo passaram informações diferentes sobre imunização
Após a Prefeitura de Maceió e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) anunciarem informações diferentes sobre a aplicação de segundas doses da vacina contra Covid-19 em Maceió, o governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), informou que não houve um impasse entre o Estado e o Município.
“Não há vacinas suficientes no Brasil. Além de Maceió, diversas capitais, a exemplo de João Pessoa, não têm mais estoque. A gente precisa ter a intensificação do cronograma”, disse.
O Governo de Alagoas decidiu antecipar as segundas doses da 10ª remessa para continuar com a imunização na capital alagoana. Isso ocorreu depois que a Prefeitura de Maceió resolveu suspender a aplicação de segundas doses em idosos, porque o Ministério da Saúde não havia enviado mais imunizantes.
De acordo com Renan Filho, não foi a solução ideal, mas foi feita porque o Ministério anunciou a chegada de uma remessa até a sexta-feira. Ele disse que Maceió precisaria 26 mil doses e foram enviadas cerca de 1.500.
Além disso, o chefe do Executivo estadual reclamou que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, postergou a vacinação do grupo prioritário até setembro.
“Quanto mais se demora a imunizar nosso povo, mais gente adoece e mais gente morre. Precisamos de um esforço nacional no sentido de viabilizar vacinas”.
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