Cunha cobra Ministério da Saúde por atraso na entrega da vacina contra Covid-19 em AL
Até o momento, a paralisação nas entregas, além de municípios alagoanos, afetou mais cinco estados
Em ofício protocolado nesta segunda-feira (26) no Ministério da Saúde, em Brasília, o senador Rodrigo Cunha (PSDB) cobrou explicações do governo federal sobre a interrupção no fornecimento em Alagoas da vacina CoronaVac, contra a Covid-19. Foi registrada em vários estados brasileiros já no último domingo (25) a interrupção do fornecimento do imunizante. A paralisação nas entregas, além de municípios alagoanos, afetou até o momento localidades em Pernambuco, Rio Grande do Norte, São Paulo, Amapá e Paraíba.
Cidades destes estados chegaram a limitar e suspender a imunização por falta de doses para a segunda aplicação do mesmo. Maceió, por exemplo, por meio de nota oficial, informou no domingo que devido ao não fornecimento de vacinas a imunização da segunda dose de CoronaVac ficaria suspensa. Das 26.510 doses necessárias do imunizante, a capital alagoana recebeu apenas 8.790. A suspensão da aplicação da segunda dose da CoronaVac pegou de surpresa idosos e pessoas que já tomaram a primeira dose e que esta semana completam 21 dias entre as aplicações da vacina.
“Não podemos mais esperar e precisamos que o governo federal e o Ministério da Saúde ajam com mais rapidez. O fornecimento de vacinas e a imunização da sociedade já estão acontecendo de forma muito lenta, sem perspectivas concretas de avanço ou de maior celeridade. Por isso estou cobrando oficialmente estas informações, porque precisamos de respostas. Este pesadelo da pandemia da Covid-19 precisa ter fim, e a vacinação em massa de todos é um passo fundamental na busca deste objetivo”, disse Rodrigo Cunha.
No ofício dirigido ao ministro Marcelo Queiroga, Rodrigo Cunha questiona “qual o cronograma de fornecimento da vacina CoronaVac para os estados brasileiros e, especialmente, para o estado de Alagoas; qual o quantitativo de doses do imunizante será distribuído por estado da federação, com suas respectivas previsões de entrega; e em caso de solução de continuidade em relação à vacina CoronaVac, quais planos de contingências serão adotados pelo Ministério da Saúde”.
“Sabemos que houve atrasos na chegada ao Brasil do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), reconhecemos a complexidade na produção e distribuição das vacinas para todo o país, mas é inaceitável não termos respostas a estas questões. Não bastassem os graves prejuízos à saúde coletiva e à economia nacional, o fato é que cabe ao governo federal coordenar nacionalmente todos os esforços necessários a fim de combater a pandemia da Covid-19. E o fornecimento de vacinas, responsabilidade do Ministério da Saúde, não pode ser negligenciado”, concluiu Rodrigo Cunha.
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