Homem é preso por falsificação de dinheiro em Rio Largo
O preso foi encaminhado ao Sistema Prisional do Estado
A Polícia Federal em Alagoas prendeu em flagrante, na tarde desta quinta-feira (15) na cidade de Rio Largo, um homem acusado de falsificação de dinheiro.
A Unidade Especial de Repressão à Falsificação de Moeda e Documentos Federais da Polícia Federal informou à Polícia Federal em Alagoas que uma remessa em cédulas falsas teria chegado na cidade de Rio Largo e que seria colocada em circulação, no comércio local, no início desta semana.
Policiais federais foram deslocados para realizar diligências e identificaram o suspeito, comprador de tais cédulas falsas. Na tarde de hoje, o suspeito foi localizado e os policiais federais encontraram notas de cinquenta e de cem reais falsas, totalizando 3 mil reais em sua posse.
Por se tratar de um crime federal, o suspeito e o material arrecadado foram encaminhados até a Sede da Polícia Federal em Alagoas para as providências de lavratura do flagrante delito pelo crime de moeda falsa, previsto no art. 289, § 1º, do Código Penal que prevê pena de reclusão de três a 12 anos e multa.
O preso foi encaminhado ao Sistema Prisional do Estado, após ser submetido a exame de corpo de delito, onde permanecerá à disposição da Justiça.
Últimas notícias
Prefeito anuncia concurso da Guarda Municipal e promete mais seleções em 2026
Motociclista fica ferido após colisão com ônibus escolar em Arapiraca
Chuva provoca alagamentos em Santana do Ipanema nesta sexta-feira (13)
Após mais de 17 anos, MPAL consegue condenação de homem que matou companheira no Trapiche da Barra
Motociclista fica ferido após colisão com ônibus escolar na AL-220, em Arapiraca
[Vídeo] Após colisão, motoristas trocam agressões no Clima Bom
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
Prefeito Luciano garante pavimentação de mais dois bairros de Arapiraca
Vigia que ‘terceirizou’ próprio posto terá de ressarcir aos cofres públicos R$ 104 mil
