Prefeitura busca soluções para problemas de mobilidade causados pelo afundamento do solo
Um dos problemas que vêm causando transtornos à população é o isolamento de um trecho na Avenida Major Cícero de Góes Monteiro
Representantes da Prefeitura de Maceió e da empresa Braskem se reuniram na manhã desta quinta-feira (22), na sede da gestão municipal, em Jaraguá, para debater e encontrar soluções de mobilidade devido aos danos causados em decorrência do afundamento do solo em cinco bairros da capital alagoana.
Para o coordenador do Gabinete de Gestão Integrada para a Adoção de Medidas de Enfrentamento aos Impactos do Afundamento dos Bairros (GGI dos Bairros), Ronnie Mota, as soluções devem reparar o prejuízo ocasionado pelo isolamento de um trecho da Avenida Major Cícero de Góes Monteiro, nas imediações do Mutange, mas devem considerar também o planejamento para o futuro da capital.
“O problema do afundamento causou o isolamento de uma das três vias de transporte e trânsito da capital que cortavam a cidade no sentido Norte/Sul. Além disso, houve uma interrupção abrupta no serviço do VLT [Veículo Leve sobre Trilhos], que perdeu um trecho do seu trilho em decorrência do problema. Então, esses projetos têm que considerar a sobrecarga gerada em vias como a Avenida Fernandes Lima, no bairro do Farol, mas tem que considerar também o planejamento para o futuro de Maceió”, considera Mota.
As soluções, que ainda estão na fase de planejamento, consideram dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mapeamento telefônico, informações de origem e destino e mapas socioeconômicos de Maceió. Entre as propostas, estão a modernização da rede semafórica, duplicação de vias, requalificação de vias estruturantes e a construção de uma nova via que ligue diversos bairros.
Para Gardênia Nascimento, secretária-adjunta de Estratégia e Projetos Estruturantes da Secretaria de Governo, as propostas são uma primeira etapa na reparação, mas ainda deverão passar pelo crivo da Prefeitura e atender a legislação.
“A ideia inicial é trabalhar em cinco etapas, que terão que ter a aprovação do município e devem cumprir com todas as obrigações de licenças ambientais”, destacou Gardênia.
O superintendente municipal de Transporte e Trânsito, André Costa, destacou o benefício da modernização da semaforização e que é preciso investir no monitoramento das principais vias de trânsito.
“A semaforização irá contribuir com a redução do tempo de viagem e de deslocamento, mas é preciso destacar que ainda há dúvidas sobre a migração da população e esse monitoramento por vídeo poderá nos indicar quais pontos necessitam de intervenção em tempo real”, concluiu.
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