Comerciante relata melhora no movimento na Feirinha do Artesanato
O portal 7Segundos foi ao local e conversou com uma artesã que trabalha na Feirinha há oito anos
Um ano e três meses de pandemia. Depois do período mais intenso e de uma constância no número de casos e óbitos por Covid-19, Alagoas se mantém na fase amarela do Plano de Distanciamento Social Controlado, após a renovação de uma semana no decreto.
Em meio a este cenário, o comércio, um dos setores mais afetados durante a atual crise, voltou a funcionar em horário normal. Com isso, lugares como a Feirinha do Artesanato, no bairro da Pajuçara, parte baixa de Maceió, começaram a ter uma melhora no movimento.
O portal 7Segundos foi ao local e conversou com a Carolina, uma artesã que trabalha na Feirinha há oito anos, para saber o ponto de vista dela sobre a situação.
"Foi um período muito difícil, já que dependemos do turismo. Tinha gente que não tinha dinheiro para comer. Quando as coisas voltaram a abrir, tivemos uma melhora, mas aí fechou de novo e os problemas voltaram. Hoje estamos voltando ao movimento normal", relatou.
Carolina ressaltou a importância dos cuidados, do uso de máscara e álcool em gel, em meio à crise sanitária e disse que "por enquanto, não tem do que reclamar".
"Único ponto negativo, que os clientes [turistas] reclamam, é o valor da mercadoria. Mas isso acontece por conta do aumento no preço da matéria-prima do fabricante, justamente por causa do período em que tudo parou", pontuou.
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