Vereadores instalam duas CPIs para apurar falta de transparência na Prefeitura de Joaquim Gomes
Prefeito é acusado de não prestar contas de recursos do FUNDEF e da Covid-19
A falta de transparência na aplicação de recursos do antigo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF) e para o combate a pandemia de Covid-19 por parte da prefeitura de Joaquim Gomes, provocou a Câmara Municipal a abrir, na manhã desta quarta-feira (27), duas Comissões Especiais de Inquérito (CEI) para investigar possíveis atos de corrupção na gestão do prefeito Adriano Barros (PTB).
O uso de R$ 18 milhões do antigo FUNDEF aplicados em reformas e construção de escolas para a rede municipal de ensino levantaram suspeitas dos vereadores, já que a Prefeitura não prestou conta dos recursos. A denúncia é de que o detalhamento dos gastos não foi publicado no portal da transparência.
Já a segunda CEI é referente a aplicação dos recursos recebidos pelo município para combater a pandemia de Covid-19. De acordo com os parlamentares, a Prefeitura não realizou a prestação de contas dos recursos durante os anos de 2020 e 2021. O maior investimento, segundo os vereadores, foi feito na Unidade Hospitalar do município.
As duas comissões terão o prazo de 90 dias para realizar investigações e diligências. Os vereadores informaram que a convocação de secretários municipais, empresas e pessoas que prestaram serviços e foram pagas com esses recursos específicos serão convocadas de forma imediata.
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