Namorada de italiano assassinado é condenada a mais de 20 anos de prisão
Julgamento terminou por volta das 21h desta quarta-feira (15)
Cléa Fernando Máximo foi condenada a 20 anos e dois meses de prisão, em regime fechado, pelo assassinato do italiano, Carlo Chicchelii, no julgamento realizado nesta quarta-feira (15) no Fórum da Capital, no Barro Duro.
O julgamento teve início às 9h e perdurou até as 21h, contando com três testemunhas para o Ministério Público, entre elas Antônio Emílio Cicchelli, irmão da vítima, e outras três da defesa, representada pela advogada Júlia Nunes.
Na época, em 2018, Cléa disse à polícia que teria matado o italiano Carlo Chicchelii num ritual de magia negra, confessou que ele foi algemado, mas disse em sua versão que foi a pedido da vítima.
O corpo ficou escondido por um mês em um dos cômodos da casa, envolvido em sacos plásticos e, para amenizar o mau cheiro, pelo estado avançado de decomposição, e também para não despertar a desconfiança dos vizinhos, colocou carvão, perfume e outros produtos.
Carlo Chicchelli e Cléa Máximo começaram a namorar em Turin, na Itália, onde eram vizinhos. Até que ele decidiu morar com ela em Maceió, no bairro da Ponta Grossa. Por dois meses a família do estrangeiro ficou sem notícias dele e começou a estranhar.
Cléa, por sua vez, passando-se pelo namorado, começou a manter contato pedindo dinheiro. Somente após algum tempo, ela confessou ser a responsável pelos contatos e criou versões para convencer a família a enviar os valores pedidos, entre elas que havia se envolvido com a filha de um traficante, estava escondido, ameaçado de morte e precisava do dinheiro para fugir, o que estranharam.
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