Núcleo de Línguas Estrangeiras garante oportunidades de empregos para alunos
As aulas são totalmente gratuitas para toda a comunidade maceioense e alunos da rede municipal de ensino
Há 22 anos o Núcleo de Línguas Estrangeiras da Secretaria Municipal de Maceió (Semed) tem proporcionado mudanças de vidas para várias pessoas que passaram pelos cursos. São aulas de inglês, francês e espanhol totalmente gratuitas ministradas na Escola Henrique Equelman, no Jacintinho, para toda a comunidade e estudantes da rede municipal de ensino da capital, que tenham o desejo de aprender um novo idioma.
Camila Nascimento, de 28 anos, é ex-aluna do Núcleo de Línguas e hoje é empreendedora do ramo de construção. Foram três anos de curso até a conclusão em 2018. A jovem empreendedora, que pretende viajar para Orlando, nos Estados Unidos da América, conta que estudar inglês foi uma realização antiga movida por uma paixão de infância.
“Desde pequena sempre gostei de músicas internacionais, cantoras e atrizes. Até o estilo de roupa. Sem falar que a pronúncia da língua inglesa me fascina. Então, quando eu ouvia as músicas ficava encantada e queria entender”, disse.
A ex-aluna destaca ainda que aprender inglês no Núcleo foi crucial para o desenvolvimento profissional e pessoal dela.
“Tem sido muito importante porque o aprendizado na língua inglesa me ajuda quando estou à procura de inovações na internet e há palavras que antes eu não entendia. Assim como compreender melhor quando ouço música, assisto séries ou filmes. E vai me ajudar ainda mais quando eu viajar para fora do Brasil”, completou Camila.
No vídeo abaixo é possível ver a empreendedora durante uma das aulas do curso, onde participava de uma conversação em inglês com seus professores.
Este ano o Núcleo de Língua Estrangeira atingiu um dado inédito. Mais de 80% dos matriculados no curso são alunos da rede municipal de ensino. No entanto, as aulas são para toda a comunidade. “Nós temos aposentados, adultos, pessoas maduras que sempre tiveram a vontade de estudar uma língua estrangeira, mas nunca tiveram condições financeiras por causa do alto custo que um curso de línguas tem, além dos livros que são caros”, concluiu o coordenador e professor.
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