Motorista de app relata que precisou se fingir de morta para não levar mais tiros
Na madrugada do dia 20 de junho, Alayne sofreu uma tentativa de latrocínio enquanto fazia uma corrida por meio de um aplicativo de transporte particular
"O primeiro tiro foi na nuca, na hora que caí. No segundo, fiquei quieta, tive que fingir que estava morta, se me mexesse ia levar mais tiros". Esse foi o relato de Alayne da Silva Oliveira, de 28 anos, à TV Ponta Verde para descrever os momentos em que precisou fazer o necessário para sobreviver.
Na madrugada do dia 20 de junho, Alayne sofreu uma tentativa de latrocínio enquanto fazia uma corrida por meio de um aplicativo de transporte particular. Ela foi encontrada baleada no Benedito Bentes, parte alta de Maceió, e depois foi levada ao Hospital Geral do Estado (HGE), onde ficou 12 dias internada entre UTI e enfermaria.
"Precisei aguentar calada. Rangi os dentes, disse que não ia morrer e não morri. Não ia desistir. Na hora que choveu, tirei meu vestido, enrolei na cabeça para não perder mais sangue. Esperei amanhecer, botei a roupa de novo e fui atrás de resgate. Em nenhum momento perdi a esperança", afirmou.
Alayne disse que estava com bom estado físico, apenas que sente dores durante a noite, que passam com remédios. Ela teve trombose em uma das pernas e o tiro na nuca afetou a sensibilidade de um dos olhos, mas contou que ainda consegue enxergar.
"A equipe médica foi muito eficiente para reverter o caso. Sigo com a recuperação, aos poucos a vida vai voltar ao normal. Já estou agoniada de tanto ficar em casa, se pudesse, estaria dirigindo. Sempre tive fé que voltaria para casa", disse.
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