Em 2006, Aldo Rebelo presidia a Câmara quando sofreu com a invasão do MLST tida como a mais violenta no Congresso
Ação foi considerada como o maior quebra-quebra que houve em Brasília
No dia 6 de junho de 2006, aproximadamente 500 integrantes do Movimento de Libertação dos Sem-Terra, munidos de paus e pedras invadiram a Câmara dos Deputados. Eles viraram um carro em frente ao anexo dois da Casa, quebraram a porta de vidro do prédio e entraram com atos de destruição onde quebraram postos eletrônicos de atendimento ao público e exposição de plantas. Na época, a Câmara era presidida pelo alagoano Aldo Rebelo (PCdoB), que decretou a prisão dos integrantes do grupo.

De acordo com informações registradas pela própria Câmara, “o saldo da invasão, além do patrimônio público, que chegou a R$ 150 mil, bem como foram 24 pessoas feridas, uma delas em estado grave”, com traumatismo craniano. Ainda conforme os noticiários da época, a invasão aconteceu quando Aldo Rebelo recebia deputados do Paraguai.
Os manifestantes queriam “apresentar uma série de reivindicações ao presidente da Câmara, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), e trazer o debate sobre a reforma agrária para o âmbito do Legislativo”, conforme notícia do Senado.

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