Brasil mantém 3ª posição entre maiores produtores de ração do mundo
País teve crescimento de 0,87% na comparação com 2021; China, maior país produtor, teve queda de 2,83%

O Brasil manteve o terceiro lugar entre os países que mais produzem ração animal no mundo. Em 2022, foram 81,948 milhões de toneladas métricas produzidas. O resultado representa um leve crescimento na comparação com 2021: 0,87%.
A China, que mantém a primeira colocação no ranking, viu cair a produção em 2,83%. Já os Estados Unidos, que estão na vice-liderança, observaram crescimento de 1,02%. O ranking é composto ainda por Índia, em 4º lugar, seguida por México, Rússia, Espanha, Vietnã, Argentina e Alemanha.
Os dados fazem parte da pesquisa Perspectivas do Setor Agroalimentar da Altech, multinacional que fornece tecnologia inteligente e sustentável para o agronegócio. O levantamento é anual e está em sua 12ª edição. Os dados levam em conta 28 mil fábricas, localizadas em 142 países.
Por regiões, a pesquisa mostrou crescimento de produção anual no Oriente Médio (alta de 24,73%), América Latina (1,6%), América do Norte (0,88%) e Oceania (0,32%). Nas demais regiões do planeta, houve queda de produtividade. O destaque negativo ficou com a Europa, onde o decréscimo foi de 4,67%. Na África, a queda foi de 3,86%, enquanto na Ásia-Pacífico o resultado negativo foi de 0,51%. No total geral, o mundo produziu 0,42% menos ração animal em 2022, na comparação com o ano anterior.
Segundo análise da Altech, a Europa sentiu impacto de fatores diversos, como desafio significativo de doenças enfrentadas, clima severo e reflexos da Guerra na Ucrânia.
Um dos pontos que chama a atenção na pesquisa é o aumento expressivo na produção de ração para animais de estimação. Enquanto houve queda de produção da ração para suínos (-2,98%), bovinos de leite (-1,32%), bovinos de corte (-0,34%), o segmento pets cresceu em 7,25%. Uma das respostas para esse cenário é o aumento de bichinhos de estimação nos lares em todo mundo, especialmente depois da pandemia de Covid-19.
A produção de ração cresceu ligeiramente também para outros animais: aquicultura (2,72%), aves de corte (1,27%), equinos (0,83%) e aves de postura (0,31%) – que são destinadas à produção de ovos.
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