Alagoas

Vice-governador cobra combate à redução do ICMS em Brasília

Lessa teve encontros com ministro do STF e da Justiça e Segurança Pública

Por 7Segundos com Assessoria 14/02/2023 15h03
Vice-governador cobra combate à redução do ICMS em Brasília
Lessa em reunião na cidade de Brasília - Foto: Marquiel Santos / Ascom Vice-Governadoria

O vice-governador Ronaldo Lessa participou na segunda-feira (13), em Brasília, do Fórum de Vice-Governadores, durante encontro com o ministro do Supremo Tribunal Federal Luís Roberto Barroso e com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino.

A Barroso, Lessa cobrou um posicionamento firme do STF contra a redução do ICMS dos estados. Já ao ministro da Justiça e Segurança Pública, o vice-governador de Alagoas solicitou cooperação e parceria com os estados na implementação de políticas públicas para a melhoria da segurança e redução da violência e da criminalidade.

Lessa disse ao ministro Flávio Dino do esforço que o governo alagoano vem fazendo para garantir mais segurança à população.

ICMS em pauta

A reunião com o ministro Barroso ocorreu no STF e os vice-governadores discutiram, especialmente, a questão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços. “O governo federal passado, junto ao Congresso, reduziu o ICMS dos estados. É preciso um posicionamento firme do Supremo porque, a meu ver, isso fere o pacto federativo. A essência da república federativa é formada por um conjunto de estados. Tem impostos de manutenção que são exclusivos dos estados”, ressaltou Lessa.

Em entrevista à imprensa, Lessa destacou o assunto. “O STF tem importância fundamental, principalmente no momento político que a gente está vivendo. O Legislativo não pode agredir o pacto federativo. É necessário que a gente faça as reformas que esse país precisa. A reforma tributária é fundamental, mas todos os prejuízos que nós estamos tendo, causados por ações dessa natureza, no final das contas, quem paga é o povo, quando os políticos, os poderes, erram. Você já imaginou se as Assembleias Legislativas resolverem mexer no IPTU dos municípios, onde é que nós vamos parar?”