Fundo Amazônia é retomado e dará prioridade ao povo Yanomami
Fundo conta com R$3,3 bilhões e terá ações de proteção a indígenas, fiscalização e ordenamento territorial.
Comitê Orientador do Fundo Amazônia reuniu-se pela primeira vez em quatro anos e aprovou, por unanimidade, medida que dá prioridade a projetos de proteção de comunidades indígenas como no território Yanomami, em Roraima, que enfrenta uma crise humanitária provocada pelo garimpo ilegal.
“A política brasileira ambiental voltou”, resumiu Marina Silva, ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, após encontro na sede do BNDES, responsável pela gestão do fundo.
O Fundo Amazônia estava parado desde 2019, por decisão do governo Jair Bolsonaro, que extinguiu seu Comitê Orientador (COFA). O fundo foi reativado após decreto do presidente Lula em 1º de janeiro.
Os principais doadores do Fundo são a Noruega e a Alemanha. França, Espanha, Reino Unido, União Europeia e Estados Unidos já mostraram interesse em apoiar o Fundo.
“É uma retomada, depois de quatro anos em que mais de R$3 bilhões ficaram parados, enquanto a Amazônia estava sendo destruída, os povos indígenas completamente aviltados, além de todo o desmonte da política ambiental”, afirmou Marina Silva, frisando a volta do Ibama ao comando de operações e a desmilitarização da atuação do governo federal na região
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