Polícia aponta que universitário desaparecido teria sido sequestrado
O sequestro de Sinézio aconteceu com o mesmo modus operandi do que houve com um jovem em Ipioca, há cerca de 60 dias
A Polícia Civil de Alagoas está investigando o caso do desaparecimento do universitário Sinézio Ferreira da Silva Júnior, de 33 anos, que aconteceu na última quarta-feira (15), no bairro do Benedito Bentes, parte alta de Maceió. A investigação aponta que ele teria sido sequestrado.
Em entrevista à TV Pajuçara, o delegado Robervaldo Davino contou que ouviu diversas testemunhas sobre o caso. O relato foi que quatro pessoas, usando roupas da polícia e capuz, o colocaram em um veículo e foram embora.
O sequestro de Sinézio aconteceu com o mesmo modus operandi do que houve com um jovem em Ipioca, há cerca de 60 dias. Nesta ocasião, ele foi tirado do trabalho pelos suspeitos, também trajados como policiais e encapuzados, e até hoje o corpo não foi localizado.
"Ainda estamos investigando. Tudo isso vai ser repassado para a Divisão Antissequestro. O carro era um veículo comum, descaracterizado, e as testemunhas não conseguiram pegar a placa. Não sabemos se as roupas eram da Polícia Militar ou Civil", explicou.
Robervaldo afirmou que, a princípio, a pessoa que foi trocar o chip tem ligação com o crime, mas isso vai ser esclarecido durante o inquérito. Os depoimentos já foram enviados à Divisão Antissequestro.
Quem tiver informações que possam contribuir com a investigação pode informar por meio do Disque Denúncia, através do telefone 181. Todas as ligações são feitas de maneira anônima.
O caso
Sinézio desapareceu no dia 15 de fevereiro. Segundo uma parente dele que não quis se identificar contou em entrevista à TV Pajuçara, neste dia, por volta das 23h, ele saiu de casa para encontrar um amigo e fazer a troca de um chip e, desde então, não deu mais notícias.
A familiar contou que entrou em contato com esse amigo e ele relatou que conseguiu fazer a troca e depois Sinézio voltou. De acordo com ela, o universitário não tinha envolvimento com drogas e sequer bebia ou fumava.
“Ele não gosta de festa. A vida era entre trabalhar e estudar. A família está desesperada. Tudo que pode ser feito está sendo feito, acionamos a polícia e o Ministério Público e estamos divulgando nas redes sociais”, disse.
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