Lira diz que federação PP-União depende de “detalhes de governança”
Conforme a CNN mostrou, falta acordo para definir os dirigentes regionais que serão responsáveis por comandar as disputas municipais em 2024

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou, nesta segunda-feira (13), que a federação entre PP e União Brasil depende de “detalhes de governança” entre os dois partidos. Conforme a CNN mostrou, falta acordo para definir os dirigentes regionais que serão responsáveis por comandar as disputas municipais em 2024.
“Tem reuniões essa semana. Acho que o problema está só em detalhes da governança. As cúpulas dos partidos já se entenderam que querem fazer”, disse à imprensa, após evento no Rio de Janeiro.
“Agora está na forma, na conversa, que tem que ser ampla com todos os diretórios, porque há de se ter um critério único, justo para todos os estados da federação, porque são dois partidos que têm representatividade bem expressiva no Congresso Nacional, tanto na Câmara Federal quanto no Senado, governadores, prefeitos, vereadores, deputados estaduais, então essa governança interna está sendo bem trabalhada para dar equilíbrio”, acrescentou.
A falta de acordo para a formação da federação ocorre em estados como Pernambuco, Rio de Janeiro, Paraíba, Paraná. O acordo envolvia entregar a direção estadual para o partido que fosse mais influente na esfera estadual.
Na Paraíba, por exemplo, a disputa ocorre entre os grupos do líder do União Brasil no Senado, Efraim Filho, e do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP). Já em Pernambuco a queda de braço ocorre entre os grupos do presidente nacional do União Brasil, Luciano Bivar, e do deputado federal Dudu da Fonte (PP).
Lira também foi questionado se a federação pode atuar como uma base aliada do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Congresso. Ele preferiu dizer que o intuito é ajudar no andamento de temas importantes.
“A PEC mais falada no momento é a PEC da reforma tributária. Ela não é uma matéria de governo. Ela é uma matéria de país. Nós perseguimos uma simplificação do sistema tributário já há alguns anos. Todo mundo concorda, mas quando chega na hora do texto todo mundo tem uma reforma própria. Então toda a arrumação vai ser para que o arcabouço fiscal, a reforma tributária, esse projeto que regula fake news e outros temas importantes possam vir ao plenário da Câmara o mais rápido possível.”
Sobre a reforma tributária, disse que “fixar um prazo é ruim”, mas voltou a dizer que espera votá-la neste primeiro semestre na Câmara para que seja apreciada no segundo semestre pelo Senado.
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