Maceió registra mais de cinco mil pessoas em situação de rua
Maior parte dessa população é composta por pardos
Dados levantados por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) evidenciaram que Maceió registrou 5.832 pessoas vivendo em situação de rua, entre os anos de 2012 e 2021. A maior parte dessa população é parda e está entre os 30 e 59 anos de idade.
De acordo com a pesquisa do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua (POLOS-UFMG), utilizando dados do CadÚnico, foi possível identificar que somente nos últimos dois anos a capital alagoana teve um aumento de 1.354 pessoas vivendo em situação de rua.
A maior parte desses sujeitos, nos últimos dois anos, foram homens (1.062), pessoas pardas de ambos os gêneros (1.095) e indivíduos entre 30 e 59 anos (951). Além disso, foram identificadas 602 moradores de rua sem dados pessoais.
Para realizar este levantamento, os pesquisadores levaram em consideração as pessoas registradas no CadÚnico, portanto, existe a possibilidade de uma subnotificação na apuração total desses dados, pois é necessário haver uma atualização precisa dessas informações por parte do sistema, além existirem pessoas em situação de rua não registradas.
Últimas notícias
São Miguel dos Milagres fortalece presença turística durante Salão do Turismo em Fortaleza
Mulher morre após ser atropelada por motocicleta em Piaçabuçu
Girau do Ponciano inicia Jornada da Equidade Educacional para formação de professores em inovação tecnológica
Sistema Faeal/Senar leva assistência técnica e fortalece produção rural em São José da Tapera
Acusados de matar menina de 12 anos no Sertão vão a júri popular nesta quinta-feira (14)
Avanço do mar e erosão levam MPF a exigir retirada de muro em praia paradisíaca de Alagoas
Vídeos e noticias mais lidas
Publicado edital para o concurso do Detran; veja cargos e salários
Jovem é expulso após ser flagrado se masturbando dentro de academia de Arapiraca
Jovem morre após complicações de dengue hemorrágica em Arapiraca
Estudantes se formam na Uninassau Arapiraca e descobrem que curso não é reconhecido
