Jair Bolsonaro rejeita “oposição radical” ao governo e diz procurar paz
Ex-presidente afirmou que eleições de 2022 são "página virada" e comentou sobre Mauro Cid, seu ex-ajudante de ordens
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou nesta quinta-feira (18) que o PL não fará oposição radical contra o governo federal no Congresso e que as eleições de 2022 são “página virada”.
Após afirmar a repórteres que procura paz, comentou sobre o arcabouço fiscal. “Não há, da nossa parte, ideia de impedir qualquer votação”, colocou.
“Apesar de não simpatizarmos com o governo (…), nós queremos colaborar para que o Brasil não fracasse, não afunde. Repito, eleições de 2022: página virada (sic)“, ressaltou.
O ex-chefe de Estado também pontuou que ele e o Partido Liberal têm conversado para encontrar “a melhor estratégia” para as eleições municipais de 2024 e que só após o pleito do ano que vem discutirão sobre a corrida presidencial de 2026.
Por fim, disse esperar que o “lado de lá pare de falar o meu nome”.
Silêncio de Mauro Cid e reação de Bolsonaro
O ex-ajudante de ordens Mauro Cid ficou em silêncio durante depoimento à Polícia Federal (PF) que investiga falsificação de registros de vacina dele, de familiares e de Jair Bolsonaro.
Conforme informou Daniela Lima, âncora da CNN, a ação frustrou alguns aliados do ex-presidente que trabalhavam com a tese de que ele seria blindado por Cid.
Era esperado pelos aliados que ele confessasse o crime de menor potencial ofensivo (falsificação de documentos) e talvez cumprisse uma pena leve com um acordo. Porém, quando fosse indagado pela PF sobre o cartão de Bolsonaro, ele se afastaria.
Ainda assim, aliados do ex-presidente minimizaram a escolha pelo silêncio, de acordo com Renata Agostini, analista de Política da CNN.
Fontes ligadas à defesa dele destacaram a Renata que o movimento foi “tecnicamente perfeito”, já que a perícia no telefone do ex-ajudante de ordens terminou somente um dia antes.
Jair Bolsonaro também se pronunciou sobre o caso nesta quinta-feira (18), destacando que não tem conversado com Cid.
Após elogios ao ex-ajudante de ordens, a quem chamou de “excelente oficial do Exército”, afirmou: “Peço a Deus que não tenha errado e… cada um siga sua vida. Nós não fizemos… nós procuramos fazer tudo certo”.
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