Quatro deputados alagoanos votaram a favor de urgência na votação do Marco Temporal de terras indígenas
Deputados federais tiveram aval do PT para votar como bem entenderem
Dos nove deputados federais alagoanos, quatro votaram favoravelmente para que a votação do Marco Temporal de terras indígenas fosse tratada com medida de urgência. Tal medida, permite que a votação seja feita diretamente do plenário, sem que o tema passe pelas comissões da Casa.
Alfredo Gaspar (União), Fábio Costa (PP), Rafael Brito (MDB) e Marx Beltrão (PP). Esses foram os deputados que votaram a favor do requerimento de urgência para o Projeto de Lei. Com o requerimento de urgência aprovado por 324 a 131, o projeto deve ser votado na próxima semana conforme decisão do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP).
A tese do marco temporal, defendida por ruralistas, determina que a demarcação de uma terra indígena só pode acontecer se for comprovado que os indígenas estavam sobre o espaço requerido em cinco de outubro de 1988, quando a Constituição atual foi promulgada.
Conforme a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, “o marco temporal é um genocídio legislado. Uma teoria que inverte toda história do Brasil”.
“Um projeto de lei que atenta contra Constituição brasileira. Um atentado ao direito dos povos indígenas. Um ataque à nossa maior possibilidade de enfrentamento da crise climática”, disse Guajajara.
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