Maceió tenta zerar óbitos maternos
A meta do país é reduzir para 30 mortes a cada 100 mil nascidos vivos até 2030
A falta de atenção básica às gestantes, por meio de um atendimento pré-natal, tem causado diversos óbitos maternos em diferentes estágios da gestação, seja durante a gravidez, parto ou no puerpério, os 42 dias que sucedem o parto. Em 2022, foram mais de 66,8 mil mortes de mulheres no Brasil.
A meta do país é reduzir para 30 mortes a cada 100 mil nascidos vivos até 2030. E, mesmo já estando dentro dessa meta com média anual de três a cinco óbitos, Maceió trabalha para zerar esse número. Na capital alagoana, entre 2018 e 2022, foram 35 mulheres que faleceram nestas situações.
“Se tratando da vida de uma mulher, é muito importante evitarmos essa morte, por isso estamos com algumas ações voltadas para melhorar o atendimento pré-natal. Os óbitos, geralmente, estão relacionados a hipertensão, síndromes hipertensivas específicas da gestação, hemorragia pós-parto e as infecções puerperais”, explicou a enfermeira e técnica em vigilância do óbito materno da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Adriana Alves.
Adriana detalhou a importância do acompanhamento médico durante a gestação, com foco em atendimento preventivo.
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