Lula chega a Cuba para encontro do grupo G77 e a China
Presidente vai participar de reunião de cúpula de grupo com 133 países em desenvolvimento. No domingo (17), ele vai para Nova York, nos Estados Unidos
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou no fim da tarde (no horário local) desta sexta-feira (15) a Havana, capital de Cuba. Na cidade, Lula vai participar do encontro de cúpula do grupo de países G77 e a China.
O G77 reúne 133 países em desenvolvimento. A China, que também vai participar da cúpula, dá suporte financeiro e político ao grupo.
A ida de Lula para Cuba marca a volta das relações entre o país e o Brasil, que esfriaram na gestão dos ex-presidentes Jair Bolsonaro e Michel Temer.
No sábado (16), Lula deve ter uma reunião com o presidente cubano, Miguel Diaz Canel. O presidente brasileiro quer aproveitar a viagem também para reforçar a defesa da integração entre os países do sul global.
Cúpula do G77
De acordo com o Palácio do Itamaraty, as discussões devem girar em torno de alternativas para o crescimento econômico e o papel da ciência e da tecnologia.
Também devem ser debatidas medidas para conter as mudanças climáticas.
“Se articula no grupo e nas negociações uma maneira dos países em desenvolvimento adquirirem um poder de barganha mais amplo", afirmou o secretário de Assuntos Multilaterais do Ministério das Relações Exteriores, Carlos Márcio Cozendey.
"O tema escolhido pela presidência cubana para a cúpula do G77 + China deste ano [ciência e tecnologia], é especialmente oportuno na realidade atual. São ferramentas necessárias e desafiadoras para o desenvolvimento dos países”, completou.
Cozendey informou também que a declaração que será firmada pelos chefes de Estado e de governo Havana foi negociada ao longo dos últimos meses.
O documento, segundo ele, vai apontar caminhos para superação dos problemas dos países em desenvolvimento. Ele ressaltou que o Brasil pode desempenhar papel relevante nesse movimento.
Também devem ser debatidas medidas para conter as mudanças climáticas.
“Se articula no grupo e nas negociações uma maneira dos países em desenvolvimento adquirirem um poder de barganha mais amplo", afirmou o secretário de Assuntos Multilaterais do Ministério das Relações Exteriores, Carlos Márcio Cozendey.
"O tema escolhido pela presidência cubana para a cúpula do G77 + China deste ano [ciência e tecnologia], é especialmente oportuno na realidade atual. São ferramentas necessárias e desafiadoras para o desenvolvimento dos países”, completou.
Cozendey informou também que a declaração que será firmada pelos chefes de Estado e de governo Havana foi negociada ao longo dos últimos meses.
O documento, segundo ele, vai apontar caminhos para superação dos problemas dos países em desenvolvimento. Ele ressaltou que o Brasil pode desempenhar papel relevante nesse movimento.
Lula na ONU
Após compromissos oficias na ilha caribenha, o presidente vai para Nova York, nos Estados Unidos, onde vai participar da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Tradicionalmente, é um presidente brasileiro que faz o primeiro discurso, entre chefes de Estado, da Assembleia-Geral da ONU, em Nova York. O encontro ocorre em todos os anos no mês de setembro.
O discurso de Lula será na terça-feira (19).
“De certa forma essa presença na Assembleia-Geral coroa um início de governo em que o presidente procurou ter uma atuação bem intensa para recolocar o Brasil no cenário internacional e retomar a participação ativa nos fóruns multilaterais", afirmou o secretário do Itamaraty.
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