Pix: Soldado da PM é expulsa por cobrar propina de condutores
A decisão de expulsar a soldado foi publicada no Boletim Geral Ostensivo (BGO)
Nesta quarta-feira (18), uma soldado da Polícia Militar de Alagoas (PM/AL) foi expulsa da corporação, acusada de integrar uma organização criminosa cujo objetivo era abordar condutores suspeitos de infrações de trânsito e extorquir valores, em dinheiro ou através de transferências via Pix, para evitar que as irregularidades fossem registradas. Além disso, outro militar também enfrentou sanções disciplinares em decorrência das mesmas acusações, porém, permanece na corporação. Um terceiro militar foi denunciado, mas até o momento, não houve decisão a seu respeito.
A decisão de expulsar a soldado foi publicada no Boletim Geral Ostensivo (BGO) e alega que a policial agia visando obter vantagens ilícitas, abandonando suas obrigações policiais, em violação ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Segundo as denúncias, a soldado forçava as vítimas a entregarem dinheiro ou efetuarem transferências via Pix para uma conta bancária criada exclusivamente para esse propósito, o que resultou em acusações de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Outro caso envolveu o beneficiamento de um condutor irregular por meio da doação de um botijão de gás.
Na decisão, assinada pelo comandante-geral da PM, coronel Paulo Amorim, que tem se destacado pelo seu compromisso em moralizar a corporação, a soldado foi licenciada da instituição devido à sua inaptidão para cumprir suas funções na Polícia Militar.
Além disso, outro soldado envolvido recebeu sanções disciplinares, incluindo uma pena individualizada de 30 dias de prisão, pois ele estava ciente dos crimes, mas não relatou o fato às autoridades superiores. A decisão também afirmou que ele cometeu transgressões disciplinares, mas não teve um papel significativo nos crimes investigados, o que justificou sua manutenção no cargo.
O Boletim Geral Ostensivo (BGO) de ontem notificou os acusados e encaminhou os autos do processo à Procuradoria Geral do Estado (PGE) e à Diretoria de Pessoal, para a realização dos procedimentos necessários.
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