AL registra mais de 3,5 mil acidentes de trânsito em 2023; veja cidades com mais incidências
Relatório traz a análise de dados de acidentes e óbitos e pode ser acessado no site do órgão estadual
Em meio à campanha do Maio Amarelo, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de Alagoas divulgou o Anuário do Registro Nacional de Estatísticas de Sinistros de Trânsito (Renaest) de 2023 no estado. Ano passado, foram registrados 3.572 sinistros, com mais de 6 mil veículos e 7.661 mil vítimas envolvidas.
As cidades com mais incidência de sinistros durante 2023 são os municípios de Maceió, Arapiraca, Marechal Deodoro, Penedo, Rio Largo, Maragogi, São Luís do Quitunde, Barra de São Miguel e São Sebastião. E as principais rodovias com acidentes estão localizadas na Região Metropolitana de Maceió, nas AL 101 Sul e Norte, na AL-105, e nas avenidas Durval de Góes Monteiro, Fernandes Lima e Menino Marcelo.
Desobediência as normas do trânsito pelo condutor em Alagoas foram 1.178 casos; Falta de atenção do condutor foram 1.153 casos; Não guardar distância de segurança foram 409 casos; Velocidade não compatível 184 e causas não informadas 267 casos, só em Alagoas.
O Anuário do Renaest estabelece uma base de registros com informações sobre sinistros de trânsito, com dados atualizados e confiáveis. A publicação reúne informações de órgãos das Secretarias de Estado da Segurança Pública (SSP e da Saúde (Sesau) e de Superintendências Municipais de Trânsito de municípios alagoanos. Em comparação ao ano de 2022, houve um aumento no número de sinistros, mas o total de óbitos teve uma redução de cerca de 4%.
De acordo com Marco Fireman, diretor-presidente do Detran Alagoas, o anuário dá publicidade e transparência aos dados levantados e às análises feitas pelo órgão estadual, como parte das estratégias de Gestão da Segurança no Trânsito do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATrans).
“As estatísticas e dados de trânsito são ferramentas fundamentais para que todos os gestores envolvidos possam tomar decisões mais acertadas e, assim, evitar e reduzir que sinistros e óbitos continuem acontecendo. O mais importante é analisar o que os dados indicam e corrigir os problemas que tiram milhares de vidas por ano no país, reforçando os programas de educação para o trânsito, intensificando o trabalho nos grupos com mais incidência de sinistros, assim como realizando melhorias nas sinalizações verticais e horizontais”, disse Marco Fireman.
Entre os pontos analisados, o anuário mostra que a desobediência às normas de trânsito, a falta de atenção dos condutores e não manter a distância de segurança são as principais causas dos sinistros registrados em 2023. Além disso, o documento mostra que a colisão traseira é a mais comum, seguida das colisões transversais, laterais e frontais.
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