Alagoas tem o terceiro melhor Ideb do ensino médio do Nordeste e o sétimo do país
Estado teve o melhor resultado da rede estadual no ensino médio desde a criação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
Alagoas teve a terceira melhor nota na edição 2023 do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) entre as redes estaduais de ensino do Nordeste e a sétima melhor avaliação do Brasil. Foi o melhor resultado do ensino médio da rede estadual de Alagoas desde a criação do IDEB.
Segundo dados do Ministério da Educação (MEC) e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Estado conquistou nota 4.0 no ensino médio. A avaliação faz com que Alagoas figure em terceiro lugar entre as redes estaduais da região, ficando atrás do Ceará e Pernambuco (empatados em 1º lugar) e Piauí (2º).
Já o melhor índice dentre as redes estaduais brasileiras ficou com os estados de Goiás e Espírito Santo, com 4,8, seguidos pelo Paraná (4,7); Ceará e Pernambuco (4,6); Pará, Piauí e São Paulo (4,3); Mato Grosso (4,2) e Tocantins (4,1). Alagoas aparece com a mesma nota de Minas Gerais e Rondônia (4,0).
A média alagoana foi superior à das redes estaduais de estados como Rio de Janeiro (3,3), Rio Grande do Sul (3,9) e Santa Catarina (3,8).
O resultado da rede estadual não difere muito do IDEB de Alagoas no ensino médio, que é de 4.1 – o qual reflete a média das redes privada, estadual e federal do estado. De acordo com informações da coordenação estadual do Censo Escolar, a rede estadual responde por 75% de todas as matrículas do ensino médio em Alagoas.
Crescimento consolidado
Trata-se do melhor desempenho da rede estadual alagoana no IDEB do ensino médio. Até então, a maior nota que a rede estadual tinha alcançado neste nível era 3,6 em 2019. Para ter ideia da evolução, em 2005, primeiro ano de aferição do índice, a nota da rede estadual no ensino médio foi de 2,8.
O superintendente de Desenvolvimento do Ensino Médio e Políticas Educacionais da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), Ricardo Lisboa, enumera as iniciativas que tornaram este resultado possível. “Desde 2015,a Seduc vem consolidando bons resultados na IDEB, seja no que se refere ao fluxo de aprovação quanto às notas de proficiência das provas do SAEB, as quais são a referência para calcular o IDEB. No caso do ensino médio, o crescimento da rede estadual é notório, em especial nos anos de 2019 e 2023. E programas pós-pandemia foram essenciais para conquistarmos esse avanço, a exemplo do Cartão Escola 10, que combate a evasão escolar e o Professor Mentor, que auxilia na permanência deste estudante trabalhando seu projeto de vida e a melhoria da aprendizagem. E não podíamos deixar de lado ações como o Foca o Enem, que atua para aumentar a aprovação e inserção de nossos estudantes no ensino superior, bem como a expansão do ensino integral nos últimos anos”, pontua Ricardo.
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