Deolane tem habeas corpus negado e é transferida para prisão em Pernambuco
Advogada ficará em cela separada na Colônia Penal Feminina do Recife
O juiz Claudio Jean Nogueira Virgínio negou o habeas corpus pedido pela defesa da influenciadora e advogada Deolane Bezerra. Com a negativa, ela foi encaminhada à Colônia Penal Feminina do Recife, em Pernambuco, na tarde desta quarta-feira (4). Ela ficará em uma cela separada por motivos de segurança.
A defesa de Deolane teria solicitado que a prisão preventiva fosse substituída por "medidas cautelares menos gravosas", considerando que essa prisão poderia causar danos à sua imagem e reputação.
Carta aberta
"Considerando a ausência de periculosidade concreta e a possibilidade de aplicação de medidas cautelares diversas, a prisão preventiva de Deolane Bezerra Santos mostra-se desproporcional e desnecessária", argumentou a defesa.
No entanto, o juiz disse que o pedido do habeas corpus não cabia neste caso, e que já havia outro pedido de habeas corpus em andamento na 4ª Câmara Criminal.
CELA SEPARADA
A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização de Pernambuco (Seap/PE) declarou que Deolane ficará em uma cela separada das outras detentas por motivos de segurança.
"Por se tratar de um caso de repercussão, a unidade prisional tomou as medidas cabíveis de segurança a fim de resguardar a integridade física da pessoa privada de liberdade, mantendo-a em cela reservada. Por questão de segurança, mais detalhes sobre a prisão não podem ser repassados", detalhou a Seap/PE, em nota.
Deolane Bezerra é presa em operação contra jogos ilegais e lavagem de dinheiro
PRISÃO DE DEOLANE BEZERRA
Deolane foi presa em Recife durante uma operação da Polícia Civil de Pernambuco contra uma organização criminosa voltada à prática de lavagem de dinheiro e jogos ilegais. A detenção foi confirmada pela corporação à TV Globo.
A empresária e influenciadora foi detida em um endereço no bairro de Boa Viagem e encaminhada para o Departamento de Repressão aos Crimes Patrimoniais (Depatri), em Afogados.
As investigações da operação, intitulada "Integration", foram iniciadas ainda em abril de 2023. As autoridades contaram com a colaboração da Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), e das Polícias Civis dos estados de São Paulo, Paraná, Paraíba e Goiás.
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