Mesmo com alto nº no país, AL segue sem novos casos de Mpox
A maioria dos casos foram no ano de 2022; em 2024, apenas um caso foi registrado
A Monkeypox, ou, como também é conhecida, a varíola dos macacos, tornou-se uma preocupação global para a saúde da população. Oriundo do continente africano, o vírus já tem sido detectado em diversos países e também no Brasil. Em 2024, foram registrados mais de mil casos confirmados ou prováveis da doença no país. Já em Alagoas, de 2022 até esta quinta-feira (19), já foram contabilizados 27 casos da Monkeypox.
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a maioria desses casos ocorridos em Alagoas foram no ano de 2022 (22 casos). Já em 2023, o estado contabilizou quatro casos. Neste ano, 2024, até o momento só houve um caso da varíola dos macacos em Alagoas, registrado no dia 1º de maio.
De acordo com o Ministério da Saúde (MS), o surto apresenta baixo nível de transmissão fora do continente africano até o momento. Felizmente, em Alagoas, os números também comprovam a afirmação do órgão federal.
Mesmo assim, a (Sesau, por meio do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (Cievs), segue monitorando a situação da Monkeypox em Alagoas. O acompanhamento é realizado de forma integrada com as Secretarias Municipais de Saúde (SMSs) dos 102 municípios e busca combater o avanço do vírus no Estado.
A Monkeypox, conforme o Ministério da Saúde (MS), é uma zoonose viral, transmitida aos humanos, a partir de um vírus que circula entre animais. Ela é causada pelo vírus monkeypox, que pertence à mesma família poxvírus. Os sintomas clássicos da doença são febre, calafrios, cansaço, feridas na pele, gânglios inchados, além de dores de cabeça, no corpo e nas costas.
Municípios alagoanos onde ocorreram os casos
Segundo informou a Sesau, por meio do Panorama Mpox em Alagoas, do total de 27 casos registrados desde 2022, 19 ocorreram em Maceió, dois em Arapiraca, dois de Murici, um de Atalaia, um de Viçosa, um de Rio Largo e um de Santana do Ipanema.
Transmissão e tratamento
A Monkeypox é transmitida por meio de contato próximo com as lesões de pele, por secreções respiratórias ou objetos usados por uma pessoa que está infectada. É importante ressaltar que o vírus causador da doença se espalha pelo contato próximo com uma pessoa infectada, que pode passar o vírus pelas lesões características na pele ou por gotículas grandes, expelidas pelo sistema respiratório, como os presentes nos espirros, por exemplo.
De acordo com Renee Oliveira, infectologista da Sesau, em casos de infecções, a recomendação é isolar o paciente para evitar a transmissão do vírus. “Tem que se ter cuidado com os objetos que a pessoa teve contato e buscar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde [UBS], que é a porta de entrada para receber pessoas com um quadro de Monkeypox. A depender da gravidade, o paciente pode precisar de uma internação e a Rede Estadual de Saúde está preparada para isso”, afirmou.
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