Creche Segura promove orientações de primeiros socorros para servidores de Maceió
Cinquenta profissionais da educação da capital alagoana foram capacitados
A Secretaria de Estado da Primeira Infância (Cria) promoveu mais uma ação do Creche Segura, nesta segunda-feira (24), na Secretaria Municipal de Educação de Maceió (Semed). Cinquenta profissionais da educação do município foram capacitados em técnicas de primeiros socorros.
A ação faz parte de uma parceria entre o Cria, o Corpo de Bombeiros (CBM/AL) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e percorre diversos municípios alagoanos.
Durante a ação, os profissionais da Secretaria Municipal foram ensinados sobre como proceder diante de casos como engasgos, crises convulsivas, parada cardíaca em pediatria, choque elétrico e diversas outras eventualidades que demandam intervenção de especialistas quando se trata da saúde infantil, que é o foco do projeto do Cria.
Essa foi a primeira ação de seis que ocorrerão nos próximos dias na capital alagoana, capacitando mais profissionais da educação.
Para a secretária de Estado da Primeira Infância de Alagoas, Caroline Leite, trabalhar a intersetorialidade é uma das propostas do governo Paulo Dantas para levar as ações do Cria para o máximo de pessoas possível.
“Promover a primeira infância é nossa prioridade absoluta no governo Paulo Dantas, por isso ações como essas são essenciais para levar mais cuidados para todos os cantos do estado. Aqui na capital nós nos alinhamos com o Corpo de Bombeiros, parceiro fiel do Creche Segura e da Secretaria da Primeira Infância, para levar capacitação para os profissionais de Maceió”, disse.
Lei Lucas
O Projeto Creche Segura cumpre uma das exigências da Lei 13.722/2018, conhecida como Lei Lucas, que obriga a capacitação de professores e funcionários de estabelecimentos de ensino públicos e privados, da Educação Básica, bem como, de estabelecimentos de recreação infantil.
A legislação é uma homenagem ao caso do estudante Lucas Begalli, de 10 anos de idade, que morreu por não ter recebido os primeiros socorros.
Em 2017, o estudante participava de um passeio promovido pela escola particular onde estudava, no interior de São Paulo, e se engasgou com um pedaço de salsicha, que estava dentro de um cachorro quente.
Na ocasião, não havia ninguém que soubesse fazer a manobra do desengasgo e, mesmo tendo sido socorrido pelo Samu e levado para o hospital, o garoto foi a óbito dois dias depois.
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