Câmara de Maceió: vereadores realizam discussão sobre nota técnica do Serviço Geológico do Brasil
Nota revela que foram detectadas movimentações do solo além da Avenida Fernandes Lima
Os vereadores da Câmara Municipal de Maceió discutiram, nesta quinta-feira (13), a nota técnica feita pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), documento que amplia a área de solo afetada pela mineração da Braskem na capital alagoana.
A discussão foi motivada pelo vereador Allan Pierre, que convocou a Comissão de Assuntos Urbanos para estudar a nota e entender como a ampliação da área de risco repercute na vida dos moradores da capital.
“Precisamos nos debruçar sobre essa nova nota técnica, observar as recomendações da Defensoria Pública e entender, tecnicamente, quais os riscos sociais, ambientais e urbanos que a ampliação representa”, defendeu.
Segundo a nota, os bairros Flexal de Cima, Flexal de Baixo, Bom Parto e Marquês de Abrantes apresentam indício de afundamento. O órgão também afirma que foram detectadas movimentações do solo além da Avenida Fernandes Lima.
Presidente da comissão que foi instalada na Câmara para tratar do assunto, durante a legislatura passada, o vereador Leonardo Dias disse que não teve conhecimento anterior sobre a nota e diz ser relevante entender por que o documento não foi considerado na elaboração do mapa de risco.
O vereador Rui Palmeira apontou que o acordo firmado entre a Prefeitura e a Braskem, com o pagamento de R$ 1,7 bilhão de indenização ao Município, pode acabar defasado, além de considerar baixo em comparação à indenização das mineradoras Vale e BHP referente ao desastre de Mariana, em Minas Gerais.
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