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Moradores de Pilar enfrentam caos no abastecimento de água e cobram providências da BRK

Bairros como Conjunto Bela Vista, Loteamento Brasil Novo, Conjunto Padre Ernesto e Terra da Liberdade estão entre os mais afetados

Por 7Segundos 04/04/2025 17h05 - Atualizado em 04/04/2025 17h05
Moradores de Pilar enfrentam caos no abastecimento de água e cobram providências da BRK
Sem água nas torneiras - Foto: Reprodução

A crise no abastecimento de água em Pilar tem gerado revolta entre os moradores e foi, mais uma vez, tema de discussão na Assembleia Legislativa de Alagoas. A empresa BRK Ambiental, responsável pelo serviço, tem sido alvo de críticas diante da constante instabilidade no fornecimento de água e da cobrança de tarifas que muitos consideram abusivas.

Diversos bairros do município enfrentam, quase diariamente, a falta d’água. Conjunto Bela Vista, Loteamento Brasil Novo, Conjunto Padre Ernesto e Terra da Liberdade são alguns dos locais mais afetados. Moradores relatam que, mesmo após dias sem água nas torneiras, as contas continuam chegando com valores altos e sem qualquer justificativa plausível por parte da concessionária.

“Tem dia que a água chega de madrugada, fraquinha, e já vai embora no começo da manhã. A gente precisa ficar estocando água em baldes, como se estivesse vivendo em outro século”, desabafa um morador do Conjunto Padre Ernesto.

Apesar dos investimentos anunciados pela BRK Ambiental, os problemas permanecem e, segundo a prefeita do município, as promessas da empresa não têm se traduzido em melhorias reais para a população. Em vídeo publicado nas redes sociais, a gestora reforçou a necessidade de uma ação mais firme por parte das autoridades e defendeu a convocação de uma reunião extraordinária da Assembleia Metropolitana para discutir o tema.

Na Assembleia Legislativa, parlamentares cobraram uma resposta urgente da BRK, apontando que a situação afeta diretamente a qualidade de vida dos pilarenses, além de representar uma afronta ao direito básico de acesso à água.

Enquanto a empresa não resolve os problemas, a população segue pagando caro por um serviço precário, convivendo com a insegurança hídrica e cobrando respeito.