Curso de pilotagem de drones é ofertado para pessoas com deficiência
A formação, promovida pela Escola Superior da Polícia Civil, será realizada nos dias 12, 14 e 20 de maio, na Adefal
A Polícia Civil de Alagoas iniciou neste mês de maio um curso inédito no Brasil: a capacitação de pessoas com deficiência física para a pilotagem profissional de drones.
O projeto pioneiro reforça o compromisso da Polícia Civil com a inclusão social e a capacitação profissional de públicos historicamente afastados de determinadas funções técnicas.
A formação, promovida pela Escola Superior da Polícia Civil, será realizada nos dias 12, 14 e 20 de maio, na sede da Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas (Adefal), no bairro do Farol.
Essa ação integra o projeto Polícia Amiga, idealizada pelo delegado-geral, Gustavo Xavier, sendo desenvolvida pela Escola Superior da Polícia Civil de Alagoas, que visa aproximar a instituição da população por meio de atividades sociais e educativas.
O curso é totalmente gratuito e voltado para o público juvenil e adulto assistido pela instituição. Nessa primeira turma, 15 alunos estão sendo capacitados.
A proposta do projeto é mostrar que a tecnologia pode ser uma importante aliada na inclusão social. “A Polícia Civil acredita no poder transformador da inclusão. Ao promover esse curso, reafirmamos nosso compromisso com uma sociedade mais justa e igualitária”, destacou o delegado-geral Gustavo Xavier.
O diretor da Escola Superior da Polícia Civil, delegado Rubens Martins, ressaltou a importância da iniciativa: “Estamos capacitando, mas também oferecendo dignidade, autonomia e oportunidade de protagonismo para essas pessoas”, afirmou.
As aulas estão sendo conduzidas pelos agentes Flávio Fox e Pedro César, ambos da Assessoria de Comunicação da PCAL, que atuam como instrutores e são especializados na utilização de drones em operações policiais.
“É gratificante usar nosso conhecimento para proporcionar a chance de ingressar no mercado com uma nova profissão”, disse o agente Flávio Fox. Já Pedro César destacou o impacto social do projeto: “Acreditamos que a inclusão deve ir além do discurso. Este curso é uma ação concreta que mostra como a tecnologia pode romper barreiras”.
A formação inclui aulas teóricas e práticas, em que os participantes aprendem a operar drones e a interpretar imagens aéreas, preparando-se para atuar como pilotos, operadores de monitoramento e analistas em diferentes segmentos do mercado.
A capacitação também contribui para desenvolver a autonomia dos alunos, incentivando sua participação ativa na sociedade e no mercado de trabalho.
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