Justiça de AL determina aposentadoria compulsória de juíza por favorecer escritório de advogados por dois anos
A magistrada favoreceu o escritório enquanto atuava como juíza substituta
O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) decidiu, em uma votação apertada, pela aposentadoria compulsória da juíza Emanuela Bianca de Oliveira Porangaba por favorecimento de um escritório de advocacia por dois anos.
O Pleno do tribunal concluiu, com nove votos a seis, na última terça-feira (20), que a magistrada favoreceu indevidamente um escritório de advogados entre 2022 e 2024, quando a mesma atuava como juíza substituta.
De acordo com o relatório do corregedor-geral de Justiça de Alagoas, Domingos de Araújo Lima Neto, a juíza desconsiderou inconsistências em documentos processuais, e direcionou processos para unidades onde atuava como substituta a fim de favorecer o escritório.
A magistrada estava afastada desde junho de 2024, quando se tornou suspeita de favorecimento indevido.
A aposentadoria compulsória para magistrados é a maior punição, no âmbito administrativo, com os vencimentos proporcionais ao tempo de serviço.
Últimas notícias
MP Eleitoral fiscaliza Eleições e registra ocorrências pontuais em Alagoas
Apuração começa em Arapiraca enquanto eleitores ainda votam em algumas seções
Eleitor de 107 anos viaja 70 km para votar em MG: "Obrigação de todos"
Polícia Militar registra 32 crimes eleitorais nas eleições deste domingo em AL
"Não temos indicativo de interferência internacional", diz Nunes Marques
Mais de uma hora após horário oficial, eleitores ainda enfrentam filas para votar em Maceió
Vídeos e noticias mais lidas
Merendeira é homenageada por equipe de escola em despedida
[Vídeo] Chuvas abrem cratera e motoristas correm riscos na AL-101 Norte
Confira o que abre e fecha em Alagoas no feriado desta quarta-feira (16)
Severino Pessoa anuncia a liberação de R$ 2,8 milhões para a saúde de Batalha
