Justiça de AL determina aposentadoria compulsória de juíza por favorecer escritório de advogados por dois anos
A magistrada favoreceu o escritório enquanto atuava como juíza substituta
O Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) decidiu, em uma votação apertada, pela aposentadoria compulsória da juíza Emanuela Bianca de Oliveira Porangaba por favorecimento de um escritório de advocacia por dois anos.
O Pleno do tribunal concluiu, com nove votos a seis, na última terça-feira (20), que a magistrada favoreceu indevidamente um escritório de advogados entre 2022 e 2024, quando a mesma atuava como juíza substituta.
De acordo com o relatório do corregedor-geral de Justiça de Alagoas, Domingos de Araújo Lima Neto, a juíza desconsiderou inconsistências em documentos processuais, e direcionou processos para unidades onde atuava como substituta a fim de favorecer o escritório.
A magistrada estava afastada desde junho de 2024, quando se tornou suspeita de favorecimento indevido.
A aposentadoria compulsória para magistrados é a maior punição, no âmbito administrativo, com os vencimentos proporcionais ao tempo de serviço.
Últimas notícias
PM prende dupla por roubo com simulacro e captura foragido da Justiça em Maceió
PM apreende mais de 1.800 porções de drogas em ações em Arapiraca e Piaçabuçu
João Gomes aposta em terno bordado com filé na supercopa e valoriza artesanato de Alagoas
Dois homens ficam feridos após confronto com guarda municipal em São Miguel dos Campos
Homem é encontrado morto em estrada vicinal na zona rural de Girau do Ponciano
Djavan visita novo restaurante badalado de Maceió e aprecia pôr do sol na orla da Pajuçara
Vídeos e noticias mais lidas
Defesa de Vitinho repudia oferta de recompensa e afirma que jovem corre risco de vida
Corpo encontrado no Bosque das Arapiracas apresentava sinais de violência
Após bebedeira, dois homens se desentendem e trocam tiros em Traipu
Luciano Barbosa irá assinar ordem de serviço para o início das obras na Avenida Pio XII
