AL mantém maior taxa de fecundidade total do NE, apesar de queda registrada em todo o país
Em Alagoas, a expectativa é de 1,77 filhos por mulher, acima da média nordestina
Os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelam que, além da maternidade cada vez mais tardia em Alagoas e no restante do Brasil, há menos filhos por mulher em todo o país.
A Taxa de Fecundidade Total (TFT), que mede a quantidade estimada de filhos ao longo da idade reprodutiva (15 a 49 anos), caiu para 1,55 no Censo 2022. Em 2010, a TFT era de 1,90 para as brasileiras, já abaixo do nível de reposição populacional, que é de 2,1 filhos por mulher.
As mudanças na taxa de fecundidade total revelam um cenário em transição. Em 1960, a TFT era de 7,39 para a região Nordeste, atrás apenas da região Norte (8,56 filhos por mulher).
Ao longo das décadas, houve declínio significativo na fecundidade brasileira, com médias inferiores ao nível de reposição em todas as regiões, a partir de 2022. Contudo, a região Norte (1,89) ainda possui estados que, de modo isolado, apresentam índice superior: Roraima registrou a maior TFT do Brasil, com 2,19 filhos por mulher.
Apesar do declínio, Alagoas ainda tem a maior taxa de fecundidade total do Nordeste, com expectativa de 1,77 filhos por mulher, acima da média nordestina de 1,60 filhos.
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