UPAs de Maceió registram aumento nos casos de síndromes respiratórias
O período chuvoso na capital alagoana, entre os meses de abril e julho, contribuiu para o crescimento de atendimentos de pacientes com sintomas gripais
Com a maior circulação do vírus influenza e vírus sincicial respiratório (VSR), ocasionada pelas mudanças climáticas típicas nos meses de abril a julho, em Maceió, as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Benedito Bentes, Santa Lúcia e Trapiche da Barra registraram aumento nos casos dos atendimentos por síndromes respiratórias.
Este ano, a UPA Benedito Bentes registrou 1.680 atendimentos relacionados às síndromes gripais, o que representa um aumento de 6,46% em comparação com o mesmo período do ano de 2024, que somou 1.578 casos. Já a UPA Santa Lúcia registrou 2.336 atendimentos entre abril e julho deste ano e 1.188 no ano anterior, atingindo um considerável aumento de 96,63%. E, por fim, a UPA Trapiche da Barra, que também obteve um aumento expressivo no número de pacientes com sintomas gripais, sendo 2.687 e 1.688 em 2025 e 2024, respectivamente, chegando a um crescimento de 59,18% para esse tipo de atendimento.
“Este ano percebemos um grande fluxo de pacientes em nossa unidade com sintomas gripais e acometidos pelo vírus da gripe”, destaca Walma Marinho, diretora-geral da UPA Santa Lúcia. “O período chuvoso também contribui muito nessa ampliação de atendimentos nas unidades de pronto atendimento. No entanto, a UPA Santa Lúcia está sempre pronta para realizar um atendimento seguro, humanizado e de qualidade, buscando a estabilização e melhoria do paciente”, acrescenta.
Febre, tosse, dor de garganta, coriza e dores no corpo estão entre as principais queixas relatadas entre os pacientes que são atendidos nas três UPAs, geridas pelo Instituto Saúde e Cidadania (ISAC), com apoio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS). E, embora a maioria dos casos seja considerada leve, a alta demanda pode impactar diretamente o fluxo de atendimentos nas unidades de pronto atendimento.
Prevenção
Medidas preventivas como higienização frequente das mãos, uso de máscara em caso de sintomas respiratórios, ambientes bem ventilados e vacinação atualizada são fundamentais para evitar a circulação do vírus da gripe.
Em Maceió, a cobertura vacinal contra o vírus influenza para o público prioritário, que envolve crianças de seis meses a cinco anos, gestantes e pessoas com 60 anos ou mais, ainda é considerada baixa. De acordo com dados do Programa Nacional de Imunização (PNI), ao todo, a capital registra apenas 41,86% desse público como imunizado.
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