'Prisões da Operação Sem Desconto fortalecem trabalho da CPMI e mostram que estávamos no caminho certo', afirma Alfredo Gaspar
Segundo Alfredo Gaspar, a CPMI tem pressionado continuamente por prisões, bloqueio de bens e responsabilização criminal
O deputado federal Alfredo Gaspar comemorou nas redes sociais o que chamou de fim do ciclo da impunidade, após novas prisões e apreensões na mais recente etapa da Operação Sem Desconto, deflagrada nesta quinta-feira (13) pela Polícia Federal. Para o relator da CPMI do INSS, essa ação é resultado direto das cobranças e requerimentos apresentados por ele e aprovados pela Comissão, reforçando que elas fortalecem o trabalho da CPMI e mostram que o colegiado estava no caminho certo.
Segundo Alfredo Gaspar, a CPMI tem pressionado continuamente por prisões, bloqueio de bens e responsabilização criminal dos envolvidos no esquema bilionário que fraudou aposentadorias e pensões em todo o país. “Hoje é um dia realmente especial, em que o brasileiro lesado, vítima desse roubo bilionário, sente que a justiça começa a ser feita. Desde o início, fui o autor de mais de 25 requerimentos de prisão. Alguns dos presos de hoje estão nessa lista e, quase diariamente, reforçava a necessidade de prender essas pessoas. O que comemoramos hoje é o início do fim do ciclo da impunidade. Muitos chegaram aqui arrotando honestidade e agora estão atrás das grades”, apontou Alfredo Gaspar.
O relator também parabenizou o ministro André Mendonça, os integrantes da CPMI, na pessoa do presidente Carlos Viana, e a Polícia Federal. “Essa união de forças não vai permitir que esse lixo, que roubou tantas pessoas e se manteve impune por tanto tempo, continue debaixo do tapete. O lugar de criminoso é na cadeia. Nem na CPMI, nem sob a relatoria do ministro André Mendonça, do STF, haverá espaço para impunidade e muito menos para blindagem de quem quer que seja”, destacou Alfredo Gaspar.
Alfredo Gaspar encerrou reafirmando que seguirá firme na luta por justiça aos brasileiros lesados. “Estamos aqui em nome do povo brasileiro, dos aposentados e pensionistas que não aguentam mais tanta safadeza. O dinheiro ainda não foi recuperado desses bandidos. É importante lembrar que o dinheiro que está sendo pago hoje vem do bolso do contribuinte. Precisamos recuperar o dinheiro roubado das mãos desses criminosos”, concluiu.
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