Operação Sem Desconto reforça investigações sobre esquema que atingiu aposentados do INSS, afirma relator da CPMI
Deputado Alfredo Gaspar destaca prisões, cita políticos investigados e diz que comissão atua para responsabilizar envolvidos em fraudes previdenciárias
As novas ações deflagradas nesta quinta-feira (18) no âmbito da Operação Sem Desconto reforçam a gravidade do esquema criminoso que prejudicou aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A avaliação é do relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, deputado federal Alfredo Gaspar de Mendonça, que se manifestou por meio de nota oficial.
De acordo com o parlamentar, a operação, realizada em diversos estados do país e no Distrito Federal, confirma a importância do trabalho desenvolvido pela CPMI. Segundo ele, entre os alvos das investigações estão pessoas e agentes políticos que já vinham sendo citados reiteradamente ao longo das apurações conduzidas pela comissão no Congresso Nacional.
Na nota, o relator afirma que já havia formalizado pedido para a oitiva do senador Weverton Rocha, com o objetivo de esclarecer a relação do parlamentar com Antônio Carlos Camilo, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como figura central no esquema. Alfredo Gaspar também destacou que havia solicitado anteriormente as prisões preventivas de Romeu Antunes e Éric Fidelis, detidos durante a operação desta quinta-feira.
O deputado ressaltou que a CPMI tem atuado de forma rigorosa para lançar luz sobre práticas criminosas como a inserção de dados falsos em sistemas oficiais, a atuação de organizações criminosas, o estelionato previdenciário e a ocultação e dilapidação de patrimônio. Para ele, as medidas adotadas pelas autoridades demonstram que as investigações avançam, apesar de tentativas de blindagem dos envolvidos.
Na manifestação, Alfredo Gaspar reiterou o compromisso da comissão com a responsabilização dos autores das fraudes e com a defesa dos aposentados e pensionistas lesados. O relator também elogiou a atuação do ministro André Mendonça e da Polícia Federal, destacando a condução das investigações.
Por fim, o deputado afirmou que seguirá atuando como relator da CPMI do INSS até o completo esclarecimento dos fatos e a adoção de medidas capazes de impedir a repetição de crimes semelhantes contra beneficiários da Previdência Social.
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