Justiça converte em preventiva prisão de suspeito de matar professor de Educação Física
Adriano Lucas Silva de Oliveira, de 31 anos, passou por audiência de custódia nesta quarta-feira (7)
A Justiça de Alagoas converteu em preventiva a prisão do lutador de Muay Thai Adriano Lucas Silva de Oliveira, de 31 anos, suspeito de assassinar o professor de Educação Física José Neilton Ferreira de Souza, de 60 anos. A decisão foi tomada após audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (7).
Durante a audiência, o juiz homologou a prisão em flagrante e decretou a prisão preventiva do acusado, que foi encaminhado ao sistema prisional. O processo tramita em segredo de justiça.
Adriano Lucas foi preso pela Polícia Civil de Alagoas, por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na terça-feira (6). O crime foi comunicado às autoridades na segunda-feira (5), e as investigações tiveram início de forma imediata.
A apuração inicial foi conduzida pelo delegado Adriano Rebelo, da Unidade de Atendimento de Local de Crime 1 (UALC 1), em conjunto com a delegada Tacyane Ribeiro, coordenadora da DHPP, e a delegada Camila Chacon, responsável pelo 7º Segmento da especializada.
Imagens de câmeras de segurança do condomínio onde a vítima morava foram fundamentais para a identificação do suspeito. José Neilton foi encontrado morto no quarto da própria residência, e a investigação aponta que ele foi assassinado por asfixia, possivelmente com o uso de um fio de internet.
O suspeito foi localizado no município da Barra de Santo Antônio. O veículo utilizado no dia do crime foi encontrado na casa da namorada do acusado.
Inicialmente, ele negou envolvimento, mas durante o interrogatório confessou o homicídio e detalhou a dinâmica do crime.
Em depoimento, Adriano Lucas afirmou que entrou em luta corporal com a vítima e, após deixá-la desacordada, realizou o enforcamento.
As investigações seguem em andamento para esclarecer a motivação do crime. “Inicialmente, foi considerada a hipótese de um relacionamento entre vítima e autor, porém também é apurada a possibilidade de o homicídio estar relacionado a uma dívida, que o suspeito afirma que a vítima possuía em razão de um serviço prestado na academia”, concluiu a delegada Camila Chacon.
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