Preso por exploração sexual infantil já trabalhou como intérprete para polícia de AL
A informação é do delegado Bruno Tavares
O tradutor de línguas preso nesta quinta-feira (16), acusado de divulgar material com exploração sexual infantil, já trabalhou como colaborador em operações policiais.
A informação é do delegado Bruno Tavares, em entrevista à TV Pajuçara. “Ele tem uma profissão consolidada no estado como tradutor/intérprete, tanto de Libras quanto de línguas estrangeiras. Já participou de atos policiais na condição de intérprete”.
A ação foi conduzida por equipes do Núcleo de Planejamento Operacional (NPO-PCAL) e da Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol), sob coordenação do delegado Bruno Tavares.
De acordo com as investigações, o mandado judicial foi expedido pelo Poder Judiciário da Paraíba, a partir de representação da Delegacia de Crimes Cibernéticos daquele estado. Durante as buscas, os policiais encontraram provas que indicam que o suspeito compartilhava, por meio do aplicativo Telegram, imagens envolvendo sua enteada, de 11 anos, além de outro menor de idade. Diante dos indícios, ele foi autuado em flagrante.
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